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Só me Calarei para te Amar Mais

Cartas a Amélia Bento

de António José Forte
Editor: Antígona, julho de 2021 ‧
15,00€
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Reunindo as cartas escritas entre 1959 e 1967 pelo poeta a Amélia Bento, sua primeira mulher, Só me Calarei para te Amar Mais desvenda o rosto secreto do homem que foi António José Forte. no Verão de 1959, no calor da cidade do Porto, um encontro fulgurante desenharia a história destas «duas almas espantadas e feridas pelo espectáculo da miséria do mundo»: da paixão ardente de dois amantes separados às contrariedades de uma vida em comum que esbarra no muro do quotidiano.

Estas cartas e promessas alinhavadas no Café Royal, no cárcere do Aljube, no dia-a-dia das bibliotecas itinerantes e na cosmopolita Paris traçam o percurso do par ao longo de quase uma década, revelando nas entrelinhas a génese e inspiração de alguns poemas de António José Forte.

Só me Calarei para te Amar Mais

Cartas a Amélia Bento

de António José Forte

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726084013
Editor: Antígona
Data de Lançamento: julho de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 213 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 200
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Epístolas e Cartas
EAN: 9789726084013

Excepcional

Catarina Neto

As cartas de Antonio José Forte a Amélia Bento, sua primeira mulher começam por ser de um romantismo exacerbado pela paixão dos jovens amantes para passar ao mais quotidiano, com o passar do tempo. Seria impensável manter aquele registo inicial durante toda uma relação. Simplesmente belo!

SOBRE O AUTOR

António José Forte

António José Forte (1931-1988), o «mano Forte», como Luiz Pacheco o apelidava, é um dos mais admirados poetas portugueses. Integrou, nos anos 50 e 60, com Mário Cesariny, Herberto Helder e outros, o chamado grupo do Café Gelo. Ligado ao movimento surrealista, traçou contudo um percurso singular, obstinado, aproximando-se das ideias situacionistas e afastando-se de convicções partidárias. Durante os mais de 20 anos em que foi Encarregado das Bibliotecas Itinerantes da Fundação Calouste Gulbenkian, transportando-se numa Citroën abastecida de livros, levou a cultura e o prazer da leitura a regiões isoladas do país. A sua obra, breve mas poderosa, foi publicada em vários jornais, revistas e antologias, edições originais e duas coletâneas póstumas com textos dispersos e inéditos.

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