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Singularidades de uma Rapariga Loura

de Eça de Queiroz
Editor: Editora Guerra & Paz, agosto de 2022 ‧
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São duas louras.

Uma é «fresca, loura como uma vinheta inglesa»; da outra, recordam-se aqueles «cabelos fabulosamente louros como o sol de Londres em Dezembro».

Às Singularidades de uma Rapariga Loura, o primeiro conto de cunho realista português que nos conta a história de amor de um jovem honesto e trabalhador por Luísa, uma rapariga loura e singular, juntam-se Seis Cartas de Fradique Mendes, que nos vai contando, a cada carta, a paixão de Fradique por Clara, tão loura como a protagonista da estreia literária de Eça de Queiróz.

Numa conjunção perfeita de idealismo e realismo, de conto e de romance epistolar, este livro mostra-nos as várias facetas de um dos maiores autores portuguesas, enriquecido por um belíssimo texto de Maria Filomena Mónica, incluído na edição que, em 2006, inaugurou a actividade editorial da Guerra e Paz.

«O estilo cru do texto chocou os contemporâneos. Tudo – a prosa enxuta, a atenção ao pormenor, os diálogos incisivos – indicava estar-se diante de qualquer coisa de novo.»
Maria Filomena Mónica In «Posfácio»

Singularidades de uma Rapariga Loura

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897028458
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: agosto de 2022
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 230 x 7 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 84
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos da Guerra e Paz
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897028458

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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