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Silent House

Winner Of The Nobel Prize In Literature

de Orhan Pamuk
idioma: inglês
Editor: Faber & Faber, agosto de 2013 ‧
14,86€
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In an old mansion in Cennethisar, a former fishing village near Istanbul, an old widow Fatma awaits the annual summer visit of her grandchildren. She has lived in the village for decades. Now mostly bedridden, she is attended by her faithful servant Recep, a dwarf and the doctor's illegitimate son.

Silent House

Winner Of The Nobel Prize In Literature

de Orhan Pamuk

Propriedade Descrição
ISBN: 9780571275953
Editor: Faber & Faber
Data de Lançamento: agosto de 2013
Idioma: Inglês
Dimensões: 126 x 197 x 19 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 416
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Ficção
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780571275953

SOBRE O AUTOR

Orhan Pamuk

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2006

Orhan Pamuk nasceu a 7 de junho de 1952, em Istambul, no seio de família próspera da classe média turca. Formou-se em Arquitetura na Universidade Técnica de Istambul e em Jornalismo na Universidade de Istambul, mas nunca exerceu nenhuma destas profissões. Entre 1985 e 1988 viveu nos Estados Unidos da América onde frequentou a Universidade de Columbia, em Nova Iorque, e também a Universidade do Iowa durante um curto período de tempo. Vive atualmente em Istambul.
No seu país natal, Pamuk é um reputado comentador, embora se defina principalmente como um autor de ficção sem compromissos políticos. Algumas das posições assumidas publicamente valeram-lhe o título de persona non grata para alguns dos seus compatriotas. Foi o primeiro autor no mundo islâmico a condenar abertamente a fatwa contra Salman Rushdie e a tornar público o seu apoio ao escritor turco Yasar Kemal quando este foi julgado e condenado pelas autoridades turcas, em 1995. O próprio Pamuk foi perseguido pela justiça por "insulto aberto à nação turca" depois de ter afirmado, numa entrevista a um jornal suíço, que 30.000 Curdos e um milhão de Arménios foram mortos na Turquia. A queixa, que gerou protestos a nível internacional, acabou por ser retirada no início de 2006.

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