Selvagens e Sentimentais
Histórias do Futebol
SINOPSE
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722021586 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | abril de 2002 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 154 x 231 x 10 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 184 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Contos
|
| EAN: | 9789722021586 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Uma releitura de Javier Marías
Helder Raimundo
Lendo, de novo, os ensaios de Javier Marías, escritor e ensaísta castelhano, adepto confesso do Real Madrid, no seu catálogo de ensaios sobre futebol «Selvagens e Sentimentais-Histórias do Futebol» (Dom Quixote, 2002), verifico o meu interesse – anotado a lápis – em sublinhar a miséria cultural e desportiva dos dirigentes dos clubes de futebol. Marías assinalara, no ensaio ‘Memória Pessoal e Viva’, de 1997: «Não sei que perverso processo conduz a que se erijam em presidentes de clubes indivíduos mal-encarados, grosseiros, chocarreiros e despóticos…». Percebo. Agora, na mesma crónica, o que chama a atenção? Na mesma página (103), e depois de bater nos endinheirados e corruptos presidentes de clubes (onde já ouvimos isto?), Javier escreve e eu escolho como bandeira nova: «Se calhar devia ter mais cuidado, porque depois ainda aparece por aí um crítico literário manhoso a denunciar que nos meus artigos insulto anjinhos probos como eles». Por que escolho esta frase? Simplesmente porque estamos no tempo da censura aos escritores, investigadores ou outros pensadores que não pensam como nós, afastados e censurados em conferências e ensaios, confundindo-se dois planos distintos: o pessoal e o artístico, a vida e a literatura. Foi o que Marías quis dizer!
Goleada honesta
Fabio Lavos Martins
Esta colectânea de textos apaixonados, terá para Javier Maria a sonoridade de uma tarde de domingo,dos anos 60/70 ,em que se ouvia o relato radiofónico,numa era bem anterior à transmissão em HD. O amor ao futebol não se compadece com a transparência da nova tecnologia,nem com a arrogância intelectual com que,no meio cultural,tanta vez se trata o tema. Desassombrado e adequadamente apaixonado pelo seu Real Madrid, Marias não esconde antagonismos desportivos com o gigante Barcelona,nem tenta romancear demais aquilo que é intrinsecamente passional. Nem todas as pequenas estórias são alcançáveis a um não madridista,mas parece me que de alguma forma todas se podem adequar ao gosto literário mesmo daqueles que não forem indefectíveis do desporto rei.
Granded madridista
Luís B. Santos
A escrita é descomplexada. Com os amores e ódios típicos de qualquer adepto de um clube de futebol. Madridista e republicano. O desamor pelo barça é transparewnte. As crónicas são muito interessantes, algumas engraçadas e outras apelam a memórias de um passado que é revelado. É um poderoso escritor. Do melhor que se pode ler à volta do futebol clubista.
Javier Marias sem preconceitos
TAOHG
Javier Marias não tem qualquer tipo de preconceito em escrever sobre futebol,e que bem escreve.Crónicas bastante divertidas e irónicas sobre o desporto rei
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