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Selected Poems

de Paul Verlaine
idioma: inglês
Editor: Oxford University Press, fevereiro de 2009 ‧
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Verlaine ranks alongside Baudelaire, Mallarme, and Rimbaud as one of the most outstanding poets of late nineteenth-century France. Remarkable not only for his delicacy and exquisitely crafted verse, Verlaine is also the poet of strong emotions and appetites, with an unrivalled gift for the sheer music of poetry, and an inventive approach to its technique. This parallel-text bilingual edition provides the most comprehensive selection of his poetry yet, offeringsome 170 poems in lively and fresh translations and providing a lucid introduction which illuminates Verlaine's poetic form within the context of French Impressionism and the poetry of sensation.

Selected Poems

de Paul Verlaine

Propriedade Descrição
ISBN: 9780199554010
Editor: Oxford University Press
Data de Lançamento: fevereiro de 2009
Idioma: Inglês
Dimensões: 131 x 196 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Coleção: Oxford World'S Classics
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Poesia
EAN: 9780199554010

SOBRE O AUTOR

Paul Verlaine

Paul-Marie Verlaine nasce na Lorena a 30 de março de 1844, filho de um militar. Em 1851 a sua família muda-se para Paris, onde Verlaine estudará até obter o bacharelato. No ano de 1862, inscreve-se na Faculdade de Direito, altura em que começa a frequentar os cafés e a beber regularmente. Em 1864 decide abandonar os estudos definitivamente, já depois da publicação do seu primeiro poema (1863), e torna-se funcionário da Câmara Municipal de Paris. O poeta troca correspondência e contacta com vários escritores e artistas da época, como por exemplo Victor Hugo, Charles Cros e Villiers.
Em 1870, casa com Mathilde Mauté de Fleurville, casamento que será perturbado quando, no ano seguinte, Verlaine conhece Rimbaud, com quem mantém estreita amizade com uma dimensão homossexual. Esta relação levará Mathilde a pedir a separação judicial em 1872, ano em que Verlaine embarca com Rimbaud para Londres. Este relacionamento acabará em 1875.
Entre 1875 e 1879 o poeta é alternadamente professor em Inglaterra e França, país para onde regressará definitivamente. Segue-se um período de escrita intensa, atribulado por dificuldades económicas e de saúde, numa sucessão de internamentos em vários hospitais. Morre a 8 de janeiro de 1896 de uma congestão pulmonar.
Fernando Pinto do Amaral, no prefácio a «Poemas Saturnianos e Outros», afirma: «Ao lermos hoje os poemas de Verlaine, resta sobretudo a beleza da sua música soberana e misteriosamente evocadora das vertigens por vezes discretas — mas nem por isso menos cativantes — de um espírito vibrátil e sensível aos mais ínfimos acordes do ser — acordes harmoniosamente dissonantes, como os de qualquer poesia que não hesite em interrogar o doloroso enigma que se abriga nos mil fragmentos do real e lhes dá, a cada um deles, uma alma própria e insubstituível.»

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