Satyricon

de Petrónio
Editor: Cotovia, outubro de 2005 ‧
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Caso único, pelo tema, pela estrutura e pelo estilo, Satyricon, o célebre texto atribuído a Petrónio (conselheiro de Nero e testemunha daquela época de extravagância, diletantismo e volubilidade sexual), sai agora a público, na primeira versão feita para português a partir do original latino.

Este 'livro das lascívias', considerado o primeiro romance realista e pai do género picaresco, constitui uma sátira prazenteira, lúdica e crítica, dos excessos da Roma imperial do século I. Cerca de dois mil anos depois, o leitor, seduzido, desde as primeiras páginas, pela rede de episódios satíricos desta obra estilisticamente simples e narrativamente moderna, entra num universo singular, cujos contornos, porém, são intemporais. A espantosa galeria de personagens de Satyricon exibe-se num desenho tão exacto que as torna inquestionavelmente verosímeis, quase reais, e actuais: Trimalquião, por exemplo, o novo-rico cuja monstruosa fortuna corresponde apenas a um monstruoso gosto e a uma monstruosa educação; ou Encólpio, o narrador falicamente dotado que tem que sofrer os amargos desaires da impotência; ou Gíton, o adolescente cuja beleza desarma qualquer um, etc. Paródia, humor, ironia, é esta a atmosfera que aguarda o leitor desta obra maior, na belíssima tradução de Delfim Leão.

Satyricon

de Petrónio

Propriedade Descrição
ISBN: 9789727951369
Editor: Cotovia
Data de Lançamento: outubro de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 157 x 235 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 342
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Arte > Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789727951369
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Petrónio

Pouco se sabe acerca do autor do Satyricon. O candidato mais seguro é Titus Petronius Niger. Cônsul em 62 e participante no círculo restrito dos íntimos do imperador Nero, Petrónio testemunha aquela época de extravagância, diletantismo e volubilidade sexual, assumindo-se como um apreciador e árbitro das elegâncias da corte. Acaba por se suicidar em 66, altura em que cai em desgraça aos olhos do imperador.

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