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Robinson Crusoé

Contado tipo aos jovens

de Daniel Defoe
Editor: Editora Guerra & Paz, abril de 2017 ‧
13,90€
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O livro que tens na mão veio de uma ilha deserta. Quer dizer, não é bem deserta. Está lá um náufrago. Chama-se Robinson Crusoé. O barco em que viajava foi apanhado por uma tempestade e ele, o único sobrevivente, foi dar a esta ilha.
Se estivesses só, numa ilha deserta, o que farias para sobreviver? Se queres mesmo saber, lê este livro.
Robinson Crusoé cria ferramentas, constrói abrigos e barcos, aprende a caçar e a pescar… Torna-se rei da sua própria ilha!
Mas será que Robinson está mesmo só? Há movimentos estranhos na ilha… Serão piratas? Pior ainda, serão canibais? E quem é o Sexta-Feira? Isso é nome de gente?!
Embarca nesta fantástica aventura e anda viver todas as peripécias! Robinson Crusoé é a mais famosa narrativa de viagens, baseada numa história verídica, e agora contada como nunca imaginaste!

Os Livros Estão Loucos são clássicos escritos para ti. As histórias que os grandes escritores contaram estão aqui, mas com as palavras de hoje. Para leres numa hora o que antes se lia num dia. São livros com páginas loucas, letras que crescem e encolhem, frases que saem das páginas. Os Livros Estão Loucos e tu também.
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As ilhas mais literárias de sempre

As ilhas sempre exerceram um fascínio particular em leitores e escritores. Isoladas, misteriosas, por vezes paradisíacas, outras vezes ameaçadoras, são espaços onde tudo pode acontecer: aventuras, naufrágios, utopias, revelações. Na literatura, as ilhas funcionam como laboratórios narrativos, lugares onde o mundo se reduz ao essencial, obrigando as personagens a confrontarem-se consigo mesmas.
A Ilha do Tesouro, a A ilha de Robinson Crusoe e a ilha de Utopia são três das mais marcantes do universo da literatura, e incluem personagens inspiradas nos antigos navegadores portugueses. Viaje connosco até cada uma delas! A Ilha do Tesouro – berço da aventura moderna A ilha de Stenvenson condensa o mito moderno da aventura. Este lugar onde o perigo, a ganância e a coragem colidem, é o mesmo onde nasceu grande parte do imaginário dos piratas que inspirou, e continua a inspirar, filmes, arte e produções teatrais. A força da Ilha do Tesouro está no equilíbrio perfeito entre mistério e descoberta. Mesmo quem nunca leu este romance, reconhece o seu imaginário, porque Stevenson moldou para sempre o género da aventura.
A história que o livro conta:
Jim Hawkins, um rapaz que vive na estalagem dos pais, vê a sua vida mudar quando o velho Billy Bones morre e deixa para trás um baú contendo o mapa do tesouro do pirata Flint. O que começa como uma promessa de fortuna transforma se numa viagem perigosa: a bordo do Hispaniola, Jim descobre que a maior ameaça é Long John Silver, o cozinheiro carismático e manipulador que lidera uma conspiração de piratas. Na ilha, as alianças e a lealdade são testadas, e Jim, que tem de ser mais forte que o medo, aprende a crescer à força. COMPRO NA WOOK! » A ilha de Robinson Crusoe – entre a solidão e a sobrevivência Quando Daniel Defoe publicou Robinson Crusoe, em 1719, inaugurou um dos cenários mais influentes da literatura ocidental: a ilha deserta como palco de reconstrução humana. Aqui, o protagonista aprende a sobreviver, a organizar o espaço, a dominar o tempo, a reinventar a própria identidade. Como muitas situações na vida, a ilha de Crusoe é tanto prisão, quanto oportunidade. Naquele lugar, o ser humano confronta-se com a solidão e com a Natureza, sentindo ainda a necessidade de criar sentido num mundo reduzido ao essencial.
A história que o livro conta:
Robinson Crusoe, um jovem inglês de York, desobedece aos pais e embarca numa vida no mar, acabando por ser escravizado por piratas mouros. Após ser resgatado por um capitão português que o leva para o Brasil, torna-se fazendeiro nesse território. A sua sede de aventura leva-o numa expedição rumo à costa africana. O navio acaba por naufragar e Crusoe, o único sobrevivente, consegue chegar a uma ilha deserta. Aí, constrói abrigo, cultiva alimentos, domestica animais e regista meticulosamente o seu quotidiano, sobrevivendo sozinho durante anos. Quando resgata um prisioneiro dos canibais que visitavam a ilha, ganha um companheiro e aliado, a quem dá o nome de Sexta Feira. Mas o seu isolamento estava longe de terminar… COMPRO NA WOOK! » A ilha de Utopia – o sonho do inalcançável Em 1516, Thomas More imaginou uma ilha em que vivia uma comunidade perfeita, organizada segundo princípios de igualdade, racionalidade e bem comum. Chamou lhe Utopia, palavra que desde então passou a designar todos os lugares ideais, e, por extensão, todos os lugares impossíveis. A ilha de More convida o leitor a pensar no que poderia ser uma sociedade justa, mas não deixa de revelar que qualquer projeto de perfeição tem a contradição como condição inerente. Utopia, a ilha literária, é um dos textos seminais do pensamento político moderno e da alvorada do humanismo. Em oposição ao conceito medieval de um Deus todo-poderoso, a razão, o pensamento crítico e a capacidade criativa dos seres humanos passam a estar no centro das reflexões.
A história que o livro conta:
No início do século XVI, em Antuérpia, Thomas More (que é também personagem de Utopia) é apresentado ao viajante português Rafael Hitlodeu. Este conta-lhe que, nas suas viagens pelo Novo Mundo, descobriu uma ilha extraordinária: Utopia, uma sociedade organizada de forma exemplar, onde a propriedade é comum, o trabalho é partilhado e a justiça é aplicada de modo equitativo.
Durante a longa conversa entre os três, Hitlodeu descreve em detalhe o funcionamento político, económico e social da ilha. Explica que os utopianos vivem em cidades planeadas, alternam períodos de trabalho agrícola, rejeitam o luxo e valorizam a educação. A ausência de propriedade privada elimina desigualdades e conflitos, permitindo uma convivência harmoniosa. É toda uma narrativa que contrasta com a Europa quinhentista, criticando-se a pobreza, a corrupção, a pena de morte para crimes menores e a ganância dos poderosos, face a um modelo mais racional e justo de sociedade. COMPRO NA WOOK! »

Robinson Crusoé

Contado tipo aos jovens

de Daniel Defoe

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897022692
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: abril de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 140 x 210 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Coleção: Os Livros Estão Loucos
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas > Juvenil
EAN: 9789897022692

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Tânia Gomes

Livro muito fácil de ler, talvez o melhor dos Robinson Crusoé... a minha filha está a adorar..

Coleccção tipo conseguida

Maria Teresa Meireles

Esta adaptação de mais um clássico da coleccção «contado tipo aos jovens» tem várias virtudes e pontos a favor, entre eles a abreviação (bem conseguida) de um clássico que dificilmente os jovens leriam na íntegra; a linguagem utilizada;a inserção de personagens «actuais» com as quais os leitores se poderão identificar e que vão comentando e explicando o texto e os contextos e, ainda por cima, graficamente, é muito bom e apelativo.

SOBRE O AUTOR

Daniel Defoe

Daniel Foe — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe — (1660-1731), é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, As Aventuras de Robinson Crusoe, aos sessenta anos.
Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam conduzir à prisão. Por intervenção de um ministro Tory, acabaria por ser libertado e durante onze anos viria a ser agente secreto e jornalista político dos Tories. Deliciou-se durante toda a vida na representação de diversos papéis e disfarces, utilizando-os com grande efeito como espião, e escreveu mais de quinhentos livros, panfletos e artigos jornalísticos abrangendo tópicos como a política, crime, religião, geografia, matrimónio, psicologia e sobrenatural. Morreu na cidade de Londres em 1731, segundo se diz de «uma letargia».

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