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Riso Vermelho

Livro 1

de Leonid Andreiev
Editor: Editorial Estampa, abril de 1988 ‧
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Riso Vermelho é uma visão fantástica e desmusuradamente dramática da guerra entre Japão e Rússia, publicada sete meses depois dela ter começado.

Riso Vermelho

de Leonid Andreiev

Propriedade Descrição
ISBN: 9789723302431
Editor: Editorial Estampa
Data de Lançamento: abril de 1988
Idioma: Português
Dimensões: 99 x 186 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 140
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livro B
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789723302431
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Surpresa

NandoVeggie

Estando em uma senda de Escritores Russos, não conhecia o Leonid Andreiev, e foi uma bela surpresa, curto mas intenso, sendo que apesar de ser uma edição de livro mais pequeno, é de ótima qualidade e tem uma introdução que faz uma síntese da vida do autor, que nos envolve ainda mais na história

Sublime.

D.

Livro muito surpreendente. Uma grande surpresa.

Muito bom e barato

THIAGO BITTENCOURT

Edição de bolso, mas muito bonita. Livro muito bom e muito bem traduzido. Excelente preço para o ótimo conteúdo.

SOBRE O AUTOR

Leonid Andreiev

Leonid Andréev (1871-1919), génio louco e revoltado, é um dos autores mais importantes da literatura russa do século XX, famoso por obras como Os Sete Enforcados (1904) e O Riso Vermelho (1908). Leitor voraz de Schopenhauer, Dostoiévski e Nietzsche, estudou Direito em São Petersburgo e Moscovo, e cedo se tornou prisioneiro do álcool e de tendências suicidas. Foi dramaturgo, fotógrafo e militante anticzarista. Laços de amizade uniam-no a Gorki, com quem se desentendeu devido à publicação do conto As Trevas. Legou-nos a sensibilidade desenfreada de uma escrita intrépida, uma obra magistral pautada pelo fatalismo e uma voz premonitória que ecoa na modernidade e nos seus condenados e algozes. Intitulava-se um apóstolo da autoaniquilação, versando como ninguém o caos do mundo e a loucura e as tragédias do seu semelhante. Encarava o terror bolchevique como um mal absoluto e exilou-se na Finlândia, onde morreu só e na penúria. A sua obra foi censurada pelas autoridades soviéticas até ao final da década de 1950.

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