Reveries Of The Solitary Walker

de Jean-Jacques Rousseau
idioma: inglês
Editor: Oxford University Press, julho de 2011 ‧
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Part reminiscence, part meditation, Reveries of the Solitary Walker is Rousseau's last great work, the enduring testimony of an alienated person seeking self-knowledge. As he records his walks round Paris, he finds happiness in solitude and nature. The new translation includes an introduction and notes that explore the work and its contexts.

Reveries Of The Solitary Walker

de Jean-Jacques Rousseau

Propriedade Descrição
ISBN: 9780199563272
Editor: Oxford University Press
Data de Lançamento: julho de 2011
Idioma: Inglês
Dimensões: 129 x 195 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Coleção: Oxford World'S Classics
Classificação Temática: Livros em Inglês > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9780199563272

SOBRE O AUTOR

Jean-Jacques Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.

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