Ressurreição

de Lev Tolstói
Editor: Editorial Presença, abril de 2010 ‧
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Ressurreição é o último dos grandes romances de Lev Tolstói. Conta-nos a história de um príncipe russo, Dmítri Nekhliúdov e de uma jovem empregada doméstica, Máslova, que ele seduziu no passado, com consequências dramáticas para esta, que acaba por cair na prostituição, por ser acusada de um crime que não cometeu e por ser enviada como prisioneira para a Sibéria. Tolstói constrói aqui uma narrativa de grande intensidade psicológica, dominada pela visão que tem da redenção e do perdão inerentes ao amor, que é ao mesmo tempo uma descrição panorâmica e incisiva da vida social da Rússia czarista de finais do século XIX e uma crítica sarcástica às injustiças sociais, ao sistema judicial e ao regime russo.

Ressurreição

de Lev Tolstói

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722343381
Editor: Editorial Presença
Data de Lançamento: abril de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 228 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 520
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras Primas da Literatura
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789722343381

Um clássico nunca deixa de o ser.

Joaquim Almeida Ribeiro

Ressurreição não é só uma história extremamente bem contada; é também uma viagem detalhada à velha Rússia de finais do século IXX e, acima de tudo, uma "viagem" introspetiva que interpela profundamente quem a lê. Recomendo vivamente.

Tolstoi no seu melhor

M. A.

A mesma qualidade de outros trabalhos de Tolstoi, como Guerra e Paz, mas num romance mais breve. A tradução é excelente, recomendo por isso esta edição em particular.

Imperdível

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Todos conhecem Guerra e Paz, e Ana Karenina. Os títulos que surgem de imediato associados ao autor. A par desses clássicos, Ressurreição é imperdível. Obra prima da literatura russa.

SOBRE O AUTOR

Lev Tolstói

Lev Tolstoi (1828-1910) nasceu na Rússia, no seio de uma família nobre. Órfão desde cedo, optou por seguir a carreira militar, servindo-se mais tarde das suas experiências no campo de batalha para representar a guerra de forma realista nos seus romances.

Em 1856, abandona o exército e viaja pela Europa para estudar Pedagogia. De regresso à Rússia, dedica-se à escrita, publicando mais tarde em fascículos Guerra e Paz (1865-69) e Anna Karénina (1875-77), ainda hoje considerados dois dos melhores romances de sempre.

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