Razão de Estado e Democracia
Editor:
Edições Almedina, abril de 2012 ‧
ver detalhes do produto
26,40€
10% DESCONTO
CARTÃO
VjBneldUVlRaM1ZJUTFoVmNFOXhObWhuU1daNU4wVkxPRFpJVERoaWJVSTNWRTQyYlZsVWJXZFdTbXRIYXpSRVdVYzFabkZrVG5vM1VXdzVaR1pSYzNKME4yeE5kekJpZDFwdlVtWkhOVmhYZGtoV1VtWmFkM05ZWlVGS1MzRjVRbEJ0ZWxGd2FFMUdkREpOYm5SbFRETTNkRUUxV0VJMFIzTTBPSEUxYW1Gc09VTnlUVlo0Ykd4NFZVRjZjRE5OTTFSSWNqSlhhelo2UmxaNWIyMVpUVFZvVW10S2R6UmxabkpNTmxkV2IySkZZbGs0VEN0bU1FMXRTR2sxYld4RVNGZEdjbEJSVGtKdFV6WlViQ3Q0UTFGMUsybFNUa2RSWmtneGVUQndOREJoVEZWSlJFWkZNbkIwWTNsR01IRXZUbGxMY1VaUlJIQnFWelpFYkZaTWRUbHpWekJUTVRkaWQyZHpNbXN4WkZwRGF6WTFXR015YzFnNWVGSlFVM1paUmpCWFluTndiR0UzVmxwNE1uSm9Rek55YTBnckt6TkZUR3hSV2swcmNtOTNVRW81UmpSNmNqaE1XVXhZYm10MlRUVlFlRXBxTkVwM2NUVkRkVFpKY1ZFelkxSk9kM0ZrYzJka1JHaDZkWGxqVVZwSWN6QkxXVWd5VFNzNFRGQkpPVWd2VVRKMFpHbGxibVowVFdsdmNrRjNablJ2Y2tkdmRVdDRXR3BHTVZRMVRWUXdkRTEwTkRCSFpHdzBkSEppVmxaSlNIRnNOWHBqZGtNeVlVbFlWR1VyVUdSR2NrSnVOWFF6ZEc5bk4xVm9Sa0ZXZWtaaWFUVmtSbGg0WVVsaE9HZHZjVlpDUmxkdk9XeHJSRlZQV2pjNWFYVlNWVkpDZVRWSmVpOTBkVXA0YzBGcGJYUkRSbU00V0VGU01GUkxNSEl2TlZwcFEwOVhORkZLY0haMlZWTXhSVkUxTW1oSlkyOXNVME4zV25CWk5sSlVVMVJsU1hsR1RqTTVWbEo0VXl0cVoycEZTbFkwUmxaTU1GVjBkbWgxWmpGNWFrRkxlakZGVTNWalJGaFlXVVpCV1VSRlVUaE1ReXRqZDAxU01scG5hR05EVm5oM1RTdDFSV2RTYms4M04wdGpWWGQ1WnpGeGVVTnVSbXM1U2t0UGJYQnpURGx0YVZsS2RVSlFXa04zZWtZeFNYUjRTakJzTm01MVZWY3hZams1T0hkYU4ySXhNSEJYU2l0S2QxZGlTakY0YlVSMmFuQjJWRXRCUkc1a2VUVkxUMHBwVVU5UlVFaGlZbFpPY21GRE1WQjZkazE2VG1wbWVEWjFjUzg0Y2tzMWVFeG5iRzFVVjNWNmMwbEtOalZOYUVWT1JVNXdMMWt2YW05U1EzRnBaejA5Oi9rQThXeXloM01ydUZtYmphMzNJZ2c9PQ==
portes grátis
SINOPSE
Se as práticas e as técnicas políticas ligadas à «razão de Estado» configuram suspensões efetivas - limitadas, embora, no tempo - dos procedimentos normais do «Estado de direito», em que condições, sob que circunstâncias, com que justificações e em que termos, podemos hoje admitir uma legitimidade autónoma do poder político face ao direito e à justiça? Qual, afinal, o conteúdo político que cifra o conceito hodierno de «razão de Estado»? Haverá ainda razões objetivas (quais?) que permitam distinguir a «boa» e «verdadeira» da «má» e «falsa» «razão de Estado»? E que tipo de «racionalidade» se tem hoje em mente quando se invoca a «razão de Estado»? Quando o conjunto do aparelho de Estado e as instituições políticas contemporâneas caem nas mãos de castas partidárias, quando frequentemente se vêem substituídas nas suas funções pela demagogia populista dos media, o que se pode esperar da invocação da «razão de Estado» senão uma flagrante e insidiosa substituição do interesse público pelo interesse privado - definição propriamente política de corrupção? Onde quer que os servidores públicos do Estado se transformem em donos privados do Estado, contrariando o nexo democrático entre o princípio de representação e a publicidade do poder, intervém uma «razão de Estado» que já não pode ser classificada senão como «razão de Estábulo» (Baltasar Gracián).
António Bento
António Bento
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789724047669 |
| Editor: | Edições Almedina |
| Data de Lançamento: | abril de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 162 x 230 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 338 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Política
>
Política em Geral
|
| EAN: | 9789724047669 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Populismo e DemocraciaEdições 7021,90€ 10% CARTÃOportes grátis
-
10%Teoria Geral da EstratégiaEdições Almedina26,90€ 10% CARTÃOportes grátis