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Raymond Mason

de Yves Bonnefoy
idioma: francês
Editor: GALILEE, novembro de 2007 ‧
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Raymond mason a fait oeuvre d'une façon si personnelle que l'approche en est difficile et peut prêter à malentendu. Mais ce sculpteur (et dessinateur) n'en est pas moins un des grands artistes du xxe siècle. dans cet essai de 1985, écrit à l'occasion d'une rétrospective au centre pompidou, yves bonnefoy a voulu retrouver les voies de cette recherche singulière, à l'avant toujours imprévu de laquelle le souci plastique et la sympathie pour l'existence qui peine ou souffre se conjuguent : éveillant, bien que sans idée préconçue, des échos à différents moments de l'histoire de la création artistique et du devenir de la poésie.

Raymond Mason

de Yves Bonnefoy

Propriedade Descrição
ISBN: 9782718607658
Editor: GALILEE
Data de Lançamento: novembro de 2007
Idioma: Francês
Páginas: 90
Tipo de produto: Livro
Coleção: Lignes Fictives
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > História da Arte
EAN: 9782718607658

SOBRE O AUTOR

Yves Bonnefoy

Yves Bonnefoy (Tours, Indre-et-Loire, 24 de junho de 1923 - Paris, 1 de julho de 2016) foi um poeta francês, autor de inúmeros livros de poemas, além de ensaios sobre arte e literatura. Foi também tradutor de peças - como A Tempestade, Hamlet e Macbeth, entre outras, de William Shakespeare - e poemas de William Butler Yeats, John Donne e Giacomo Leopardi.
A sua obra teórica, de grande abrangência, procurou desde cedo interrogar, em livros como L'Improbable (1958), as tensões entre o mundo e a representação poética. Procura a sua filiação no existencialismo de Jean Wahl, de quem foi aluno, mas também numa leitura original que propõe de poetas como Charles Baudelaire e Arthur Rimbaud.
Inicialmente ligado ao surrealismo, desliga-se do movimento em 1947, criticando a gratuidade do imaginário surrealista.
Além do surrealismo, as suas principais influências são Charles Baudelaire, Arthur Rimbaud, Stéphane Mallarmé et Gérard de Nerval, que realizaram, segundo ele, a verdadeira revolução poética da nossa modernidade.
Yves Bonnefoy foi também professor do Collège de France na cátedra de Estudos comparados da função poética. Em 1995 recebeu o Prémio Balzan.
Yves Bonnefoy morreu em 1º de julho de 2016, aos 93 anos.

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