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Juntos Todavía

de Yves Bonnefoy
idioma: espanhol
Editor: Editorial Sexto Piso, outubro de 2019 ‧
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Narra la historia poética del siglo XX europeo, sus errores, sus derrotas, sus aciertos, y lo que él hizo para transformarla, o para indicar nuevos caminos. Y es aquí donde entrega todos los secretos de suobra: ser conscientes de nuestro ser mortal, amar la vida sencilla, aquí y ahora, buscar la presencia de los seres y de las cosas, y combatir los espejismos de la imaginación, que nos hacen perder de vista nuestra finitud y la única vida que poseemos: la vida terrenal. Juntos todavía es un libro que mira hacia el pasado y hacia el futuro. Es un recorrido por la memoria del poeta; narra sus recuerdos, desde la infancia hasta los meses previos a su muerte, y cada recuerdo lo va legando a las personas que ama.

Juntos Todavía

de Yves Bonnefoy

Propriedade Descrição
ISBN: 9788417517441
Editor: Editorial Sexto Piso
Data de Lançamento: outubro de 2019
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 256
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788417517441

SOBRE O AUTOR

Yves Bonnefoy

Yves Bonnefoy (Tours, Indre-et-Loire, 24 de junho de 1923 - Paris, 1 de julho de 2016) foi um poeta francês, autor de inúmeros livros de poemas, além de ensaios sobre arte e literatura. Foi também tradutor de peças - como A Tempestade, Hamlet e Macbeth, entre outras, de William Shakespeare - e poemas de William Butler Yeats, John Donne e Giacomo Leopardi.
A sua obra teórica, de grande abrangência, procurou desde cedo interrogar, em livros como L'Improbable (1958), as tensões entre o mundo e a representação poética. Procura a sua filiação no existencialismo de Jean Wahl, de quem foi aluno, mas também numa leitura original que propõe de poetas como Charles Baudelaire e Arthur Rimbaud.
Inicialmente ligado ao surrealismo, desliga-se do movimento em 1947, criticando a gratuidade do imaginário surrealista.
Além do surrealismo, as suas principais influências são Charles Baudelaire, Arthur Rimbaud, Stéphane Mallarmé et Gérard de Nerval, que realizaram, segundo ele, a verdadeira revolução poética da nossa modernidade.
Yves Bonnefoy foi também professor do Collège de France na cátedra de Estudos comparados da função poética. Em 1995 recebeu o Prémio Balzan.
Yves Bonnefoy morreu em 1º de julho de 2016, aos 93 anos.

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