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Promethee

de Rodrigo Garcia
idioma: francês
Editor: SOLITAIRES INTEMPESTIFS, junho de 1998 ‧
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Comme un rideau de théâtre, les portes à l'oeil électronique se sont ouvertes. Pouvoir te voir. Pouvoir te toucher. Pendant le trajet en voiture, une situation comique : ils te posaient des questions sur les combats, les poids, les repas, les rivaux, les villes. Tu répondais par des noms d'opéras en italien et en allemand. Et des noms de chanteurs vivants et morts. Noms en italien et en allemand. Vous riiez tous les quatre. Et aucun n'a dit ce qu'il pensait. Et tous les quatre vous pensiez pareil : nous avons vieilli.

Promethee

de Rodrigo Garcia

Propriedade Descrição
ISBN: 9782912464286
Editor: SOLITAIRES INTEMPESTIFS
Data de Lançamento: junho de 1998
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Polar Live
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Artes de Palco
Livros em Francês > Arte > Outras Artes
EAN: 9782912464286

SOBRE O AUTOR

Rodrigo Garcia

Rodrigo García (1964) passou a infância e adolescência no bairro Yparraguirre de Grand Bourg, na periferia de Buenos Aires, Argentina. Foi verdureiro, talhante, moço de recados e criativo de publicidade, trabalhos que abandona para se dedicar ao teatro. Estabelecido em Madrid, em 1989 criou a companhia La Carnicería Teatro, para a qual escreve, dirige e concebe o espaço cénico, tendo realizado inúmeras produções, na procura de uma linguagem pessoal, afastada da do teatro tradicional, no Teatro Pradillo de Madrid, no Teatro Nacional da Bretanha, na Bienal de Veneza, no Festival d’Avignon e no Festival de Outono de Paris, na Schaubühne Berlin, entre outros. García foi influenciado por autores como Samuel Beckett, Harold Pinter, Eduardo Pavolvsky, Heiner Müller, Thomas Bernhard, Louis Ferdinand Céline, Peter Handke, Tadeusz Kantor e o período negro de Goya. Privilegiando um teatro experimental e de forte discurso político, os seus trabalhos ficaram conhecidos por não fazerem concessões e explorarem uma linguagem crua e violenta do corpo do ator em cena. Em 2009, a UNESCO atribui-lhe o Prémio Europa de Teatro — Novas Realidades Teatrais. Tendo vivido numa aldeia nas Astúrias até 2013, mudou-se para Montpellier em 2014, para assumir a direção do Centro Dramático Nacional de Montpellier. Em Portugal, estabeleceu uma relação cúmplice com o Festival Citemor (Montermor-o-Velho), tendo apresentado After Sun (2001), Comprei uma pá no Ikea para cavar a minha tumba (2003), Aproximação à ideia de desconfiança (2006), e ali estreou Ronald, o palhaço do McDonalds (2001), espetáculo que lhe proporcionou reconhecimento internacional, e Autocompaixão (2006). Frequentemente, afirma que os seus textos, quando publicados, são restos dos seus espetáculos.

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