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Evel Knievel Contra Macbeth Na Terra Do Finado Umberto

de Rodrigo Garcia
idioma: espanhol
Editor: EDICIONES LA UÑA ROTA, abril de 2018 ‧
11,21€
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La epopeya transcurre entre dos puestos de acarajés, el de Dinha y el de Cira, en Salvador de Bahía. Orson Welles, disfrazado de Macbeth, se ha hecho con el control de la región y ha reinstaurado la esclavitud. Neronga se une al popular motociclista de acrobacias Evel Knievel para liberar al pueblo bahiano de la tiranía de Macbeth-Welles. Trifulca, rayos, navajazos, patadas voladoras, verso blanco pentámetro yámbico es el cuadro desolador que se encuentran los filósofos Lisias y Demóstenes al llegar a Salvador de viaje de fin de estudios venidos desde Atenas como polizontes de un navío herrumbroso que cargaba una escenografía para una obra de Esquilo versión moderna (lo de siempre: un falo gigante recubierto de purpurina jugando con el estilo jónico) que se iba presentar en un festival internacional ahora anulado, como era de imaginar, por la guerra en la Bahía.

Evel Knievel Contra Macbeth Na Terra Do Finado Umberto

de Rodrigo Garcia

Propriedade Descrição
ISBN: 9788495291585
Editor: EDICIONES LA UÑA ROTA
Data de Lançamento: abril de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 62
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Jovem Adulto
EAN: 9788495291585

SOBRE O AUTOR

Rodrigo Garcia

Rodrigo García (1964) passou a infância e adolescência no bairro Yparraguirre de Grand Bourg, na periferia de Buenos Aires, Argentina. Foi verdureiro, talhante, moço de recados e criativo de publicidade, trabalhos que abandona para se dedicar ao teatro. Estabelecido em Madrid, em 1989 criou a companhia La Carnicería Teatro, para a qual escreve, dirige e concebe o espaço cénico, tendo realizado inúmeras produções, na procura de uma linguagem pessoal, afastada da do teatro tradicional, no Teatro Pradillo de Madrid, no Teatro Nacional da Bretanha, na Bienal de Veneza, no Festival d’Avignon e no Festival de Outono de Paris, na Schaubühne Berlin, entre outros. García foi influenciado por autores como Samuel Beckett, Harold Pinter, Eduardo Pavolvsky, Heiner Müller, Thomas Bernhard, Louis Ferdinand Céline, Peter Handke, Tadeusz Kantor e o período negro de Goya. Privilegiando um teatro experimental e de forte discurso político, os seus trabalhos ficaram conhecidos por não fazerem concessões e explorarem uma linguagem crua e violenta do corpo do ator em cena. Em 2009, a UNESCO atribui-lhe o Prémio Europa de Teatro — Novas Realidades Teatrais. Tendo vivido numa aldeia nas Astúrias até 2013, mudou-se para Montpellier em 2014, para assumir a direção do Centro Dramático Nacional de Montpellier. Em Portugal, estabeleceu uma relação cúmplice com o Festival Citemor (Montermor-o-Velho), tendo apresentado After Sun (2001), Comprei uma pá no Ikea para cavar a minha tumba (2003), Aproximação à ideia de desconfiança (2006), e ali estreou Ronald, o palhaço do McDonalds (2001), espetáculo que lhe proporcionou reconhecimento internacional, e Autocompaixão (2006). Frequentemente, afirma que os seus textos, quando publicados, são restos dos seus espetáculos.

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