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Cómo Se Llama

de Rodrigo Garcia
idioma: espanhol
Editor: EDICIONES LA UÑA ROTA, fevereiro de 2020 ‧
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Antes de la nueva glaciación. Una voz habla desde el futuro. Una voz brillante, libre de ataduras, sin pelos en la lengua, que no se siente representante de nada, ni siquiera de sí mismo. Un monólogo afilado que en realidad es un diálogo con un lector improbable, de otra época, (+nosotros?), a quien guía por un laberinto de pensamientos bien ordenados, y da cuenta de hechos ocurridos en los siglos venideros. Por ejemplo: "Fue tal la decadencia de la primera mitad del siglo XXI (tocó a su fin en 2065) que obligaban al artista a comportarse como un alcalde de pueblo o concejal de Cultura". Y también: "Pocas tendencias resultaban -hablamos de la segunda mitad de siglo XXIV, el bautizado «de la coronación del ensimismamiento- tan cool como llevar cabeza de otro con las costuras visibles...".

Cómo Se Llama

de Rodrigo Garcia

Propriedade Descrição
ISBN: 9788495291837
Editor: EDICIONES LA UÑA ROTA
Data de Lançamento: fevereiro de 2020
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Jovem Adulto
EAN: 9788495291837

SOBRE O AUTOR

Rodrigo Garcia

Rodrigo García (1964) passou a infância e adolescência no bairro Yparraguirre de Grand Bourg, na periferia de Buenos Aires, Argentina. Foi verdureiro, talhante, moço de recados e criativo de publicidade, trabalhos que abandona para se dedicar ao teatro. Estabelecido em Madrid, em 1989 criou a companhia La Carnicería Teatro, para a qual escreve, dirige e concebe o espaço cénico, tendo realizado inúmeras produções, na procura de uma linguagem pessoal, afastada da do teatro tradicional, no Teatro Pradillo de Madrid, no Teatro Nacional da Bretanha, na Bienal de Veneza, no Festival d’Avignon e no Festival de Outono de Paris, na Schaubühne Berlin, entre outros. García foi influenciado por autores como Samuel Beckett, Harold Pinter, Eduardo Pavolvsky, Heiner Müller, Thomas Bernhard, Louis Ferdinand Céline, Peter Handke, Tadeusz Kantor e o período negro de Goya. Privilegiando um teatro experimental e de forte discurso político, os seus trabalhos ficaram conhecidos por não fazerem concessões e explorarem uma linguagem crua e violenta do corpo do ator em cena. Em 2009, a UNESCO atribui-lhe o Prémio Europa de Teatro — Novas Realidades Teatrais. Tendo vivido numa aldeia nas Astúrias até 2013, mudou-se para Montpellier em 2014, para assumir a direção do Centro Dramático Nacional de Montpellier. Em Portugal, estabeleceu uma relação cúmplice com o Festival Citemor (Montermor-o-Velho), tendo apresentado After Sun (2001), Comprei uma pá no Ikea para cavar a minha tumba (2003), Aproximação à ideia de desconfiança (2006), e ali estreou Ronald, o palhaço do McDonalds (2001), espetáculo que lhe proporcionou reconhecimento internacional, e Autocompaixão (2006). Frequentemente, afirma que os seus textos, quando publicados, são restos dos seus espetáculos.

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