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Prometeo

de Rodrigo Garcia
idioma: francês
Editor: SOLITAIRES INTEMPESTIFS, dezembro de 2003 ‧
12,01€
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Et comment un crime peut devenir un acte poétique et non un délire, un accès de folie, une vengeance ? Comment cette expérience, l'expérience poétique de tuer, peut devenir autre chose, quelque chose qu'on ne pourrait pas qualifier de pathologie ? Un crime qui figurerait dons une anthologie auprès de Celan, Rimbaud, Hölderlin... Rentre et réfléchis, fils de pute. Enferme-toi chez toi et ressers-toi ta boisson préférée. La douleur existe. Et il faut répondre à la douleur. Et il est douloureux de répondre à la douleur par la douleur, c'est-à-dire : en provoquant la douleur ; c'est-à-dire : en ajoutant de la douleur à la douleur. En ajoutant de la douleur au monde on n'arrivera à rien. Réfléchis, fils de pute.

Prometeo

de Rodrigo Garcia

Propriedade Descrição
ISBN: 9782846810791
Editor: SOLITAIRES INTEMPESTIFS
Data de Lançamento: dezembro de 2003
Idioma: Francês
Tipo de produto: Livro
Coleção: Conversations Ecologiques
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Artes de Palco
Livros em Francês > Arte > Outras Artes
EAN: 9782846810791

SOBRE O AUTOR

Rodrigo Garcia

Rodrigo García (1964) passou a infância e adolescência no bairro Yparraguirre de Grand Bourg, na periferia de Buenos Aires, Argentina. Foi verdureiro, talhante, moço de recados e criativo de publicidade, trabalhos que abandona para se dedicar ao teatro. Estabelecido em Madrid, em 1989 criou a companhia La Carnicería Teatro, para a qual escreve, dirige e concebe o espaço cénico, tendo realizado inúmeras produções, na procura de uma linguagem pessoal, afastada da do teatro tradicional, no Teatro Pradillo de Madrid, no Teatro Nacional da Bretanha, na Bienal de Veneza, no Festival d’Avignon e no Festival de Outono de Paris, na Schaubühne Berlin, entre outros. García foi influenciado por autores como Samuel Beckett, Harold Pinter, Eduardo Pavolvsky, Heiner Müller, Thomas Bernhard, Louis Ferdinand Céline, Peter Handke, Tadeusz Kantor e o período negro de Goya. Privilegiando um teatro experimental e de forte discurso político, os seus trabalhos ficaram conhecidos por não fazerem concessões e explorarem uma linguagem crua e violenta do corpo do ator em cena. Em 2009, a UNESCO atribui-lhe o Prémio Europa de Teatro — Novas Realidades Teatrais. Tendo vivido numa aldeia nas Astúrias até 2013, mudou-se para Montpellier em 2014, para assumir a direção do Centro Dramático Nacional de Montpellier. Em Portugal, estabeleceu uma relação cúmplice com o Festival Citemor (Montermor-o-Velho), tendo apresentado After Sun (2001), Comprei uma pá no Ikea para cavar a minha tumba (2003), Aproximação à ideia de desconfiança (2006), e ali estreou Ronald, o palhaço do McDonalds (2001), espetáculo que lhe proporcionou reconhecimento internacional, e Autocompaixão (2006). Frequentemente, afirma que os seus textos, quando publicados, são restos dos seus espetáculos.

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