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Poesia Inglesa

de Fernando Pessoa; Tradução: Luísa Freire

Livro eBook
idioma: inglês, português
editor: Assírio & Alvim, janeiro de 2018
«Para além dos muitos poemas ingleses publicados em vida do autor, o presente volume inclui The Mad Fiddler na sua totalidade, uma generosa selecção dos poemas de Alexander Search e dos restantes poemas escritos em inglês — todos acompanhados de uma tradução em português — e, em apêndice mas sem tradução, um amplo conjunto dos poemas que o autor escreveu em francês. Os poemas foram seleccionados tanto pela sua qualidade como pelo seu significado no percurso poético do autor. […]

Estamos […] perante um caso em que a tradução — do inglês para a primeira e única língua materna de Pessoa — pode trazer grandes benefícios para quem leia poesia por prazer e também pelo gosto de compreender e conhecer, sem objectivos mais eruditos. Quando o tradutor é não só poeta mas também grande estudioso do autor e disposto a dedicar alguns anos à tarefa de produzir versões portuguesas que funcionem como verdadeiros poemas, independentemente dos originais, o prazer do leitor é dobrado e as traduções, mesmo para um estudioso, podem ajudar a penetrar no significado e na própria poética inerentes aos poemas. É o feliz caso das versões portuguesas incluídas na presente edição. Mesmo quem domine perfeitamente o inglês poderá apreciar melhor o original lendo também as traduções de Luísa Freire […].» Do Prefácio de Richard Zenith, editor da obra

Poesia Inglesa

de Fernando Pessoa; Tradução: Luísa Freire

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-37-2006-8
Editor: Assírio & Alvim
Data de Lançamento: janeiro de 2018
Idioma: Inglês, Português
Dimensões: 158 x 244 x 39 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 512
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obra Essencial de Fernando Pessoa
Classificação temática: Livros em Inglês > Literatura > Poesia Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 978972371126420
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Brilhante

Leonor A.

A poesia Inglesa de Fernando Pessoa não deixa a desejar. Os poemas são sofisticados, sensíveis, profundos e simplesmente brilhantes. O semi-heterónimo de Fernando Pessoa, Alexander Search, tornou-se rapidamente num dos meus poetas preferidos, exibindo um estilo poético simplesmente fascinante. (Todos os poemas aparecem com a sua respetiva tradução para português)

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Simplesmente excelente!

Paula Susana

Pessoa surpreende sempre e a sua poesia faz-nos sonhar. Esta edição tem uma excelente encadernação, um livro muito bonito.

Fernando Pessoa

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa literatura, conhecido mundialmente. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século xx. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substrato de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos – Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.
Fernando Pessoa nasceu em Lisboa em 1888 (onde virá a falecer) e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903 faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como «correspondente estrangeiro». Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e em 1915 lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.
Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu (1915). No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos.

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