Poesia Completa

de Manoel de Barros
Editor: Relógio D'Água, novembro de 2016 ‧
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Poesia Completa

de Manoel de Barros

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896416768
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: novembro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 232 x 27 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 480
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789896416768

A beleza das minudências

Luísa Fresta

Toda a poesia é narrativa e o fio condutor é um fino humor sem vaidade através do qual observamos ao pormenor as invisíveis tragédias da pobreza extrema, da fome, da ignorância. Manoel de Barros (ou o seu eu lírico) parece olhar a vida através dos animais, das plantas e das pessoas de condição muito modesta e frequentemente invisíveis, que mais sofrem as asperezas da vida. De salientar a utilização de inúmeros termos regionais, corruptelas e neologismos, metalinguagem que já foi objeto de estudo. Escritos durante a sua juventude, estes poemas denotam já uma notável sensibilidade social emergente assim como uma postura avessa a certa falsidade da fé estipulada pelas instituições, que encontra terreno fértil na opacidade da ignorância. Um livro imprescindível.

Imperdível

Liliana

Manoel de Barros tem uma poesia muito própria, um pouco diferente do que estava habituada a ler.. Gramaticalmente é riquíssimo e os seus poemas são de uma beleza imperdível. Aconselho, a quem gosta de poesia, ler e reler Manoel de Barros.

SOBRE O AUTOR

Manoel de Barros

Manoel Wenceslau Leite de Barros (Cuiabá, 19 de dezembro de 1916 — Campo Grande, 13 de novembro de 2014) foi advogado, fazendeiro e poeta. Escreveu o seu primeiro poema aos 19 anos, mas a sua revelação poética ocorreu aos 13 anos de idade quando ainda estudava no Colégio São José dos Irmãos Maristas, Rio de Janeiro.
Autor de várias obras pelas quais recebeu prémios, como o Prémio Orlando Dantas, em 1960, conferido pela Academia Brasileira de Letras ao livro Compêndio para Uso dos Pássaros.
Em 1969 recebeu o Prémio da Fundação Cultural do Distrito Federal pela obra Gramática Expositiva do Chão e, em 1997, o livro Sobre Nada recebeu um prémio de âmbito nacional.

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