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Pobre Bélgica

de Charles Baudelaire
idioma: espanhol
Editor: Valparaíso Ediciones, setembro de 2014 ‧
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Pauvre Belgique se publicó por primera vez en París en 1952. Esta es la primera edición íntegra del manuscrito en España, que además incluye poemas nunca antes traducidos al castellano. El original se encuentra en la Biblioteca Spoelberch de Lovenjoul, en Chantilly. Está formado por treinta y tres capítulos, con distintos tipos de folios, ordenados en carpetas en las que se puede leer un índice. Charles Baudelaire mantuvo en sus dos últimos años de vida la esperanza de publicar una obra satírica sobre el carácter y las costumbres belgas de la segunda mitad del siglo XIX, un trabajo que la muerte le impidió acabar. No se trataba sólo de una sátira de valones y amencos, iba a ser, como dejó escrito en sus notas, un espejo deformador de los propios vicios de la sociedad francesa. El príncipe de los poetas aseguró al editor Michel Lévy que Pauvre Belgique era el más ambicioso de sus proyectos, un libro "diferente a todo" en el que pretendía mostrar lo que hubiera sido Francia de haber permanecido en manos de la burguesía.

Pobre Bélgica

de Charles Baudelaire

Propriedade Descrição
ISBN: 9788494268502
Editor: Valparaíso Ediciones
Data de Lançamento: setembro de 2014
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Literatura > Ensaios
EAN: 9788494268502

SOBRE O AUTOR

Charles Baudelaire

Baudelaire nasceu em Paris a 9 de abril de 1821, filho de François Baudelaire e da jovem Caroline. Após a morte do marido em 1827, esta desposou o comandante Aupick, mais tarde general e embaixador francês em Espanha, com quem Baudelaire cedo se incompatibilizaria. Ao atingir a maioridade reivindica a herança paterna, que irá desbaratar, consome ópio e haxixe (experiência que está na origem de Os Paraísos Artificiais, de 1860) e relaciona-se com a atriz Jeanne Duval. Conhecido principalmente pela sua poesia, Baudelaire também fez crítica literária e artística, ensaio, novelas e traduções, das quais se destaca uma parte substancial da obra de Edgar Alan Poe. Ficaram para as posteridade os seus livros O Pintor da Vida Moderna (1863), a obra póstuma O Spleen de Paris (1869) ou As Flores do Mal (1857), obra-prima da poesia moderna que escandalizou a sociedade francesa da época e condenou o autor ao banco dos réus. Com uma saúde já fragilizada pela sífilis, Baudelaire ficará paralisado após uma queda na igreja de St. Loup, acabando por morrer anos mais tarde, a 31 de agosto de 1867.

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