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Petites Leçons De Sociologie Des Sciences (2e Édition)

de Bruno Latour
idioma: francês
Editor: LA DECOUVERTE, Janeiro de 2007 ‧
14,22€
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Dans ce recueil de chroniques, l'auteur, amateur de sciences, nous promène du bureau de Gaston Lagaffe, nouvel Archimède, aux anges du paradis, an passant par Berlin, les sols d'Amazonie, le fonctionnement du rein, et les cornéliens dilemmes d'une ceinture de sécurité... Ces leçons s'adressent à tous ceux qui ne peuvent se résigner à réserver le nom de culture aux seules Suvres d'art, et qui cherchent à se former le goût pour les faits avérés comme pour les techniques efficaces.

Les amateurs de sciences I. Petite sociologie des objets de la vie quotidienne - Portrait de Gaston Lagaffe en philosophe des techniques - Les cornéliens dilemmes d'une ceinture de sécurité - La clef de Berlin - Le fardeau moral d'un porte-clefs - « Le groom est en grève. Pour l'amour de Dieu, fermez la porte » II. Le dur métier des travailleurs de la preuve - L'angoisse du conférencier, le soir, dans son hôtel - L'opéra du rein, mise en scène, mise en fait - Portrait d'un biologiste en capitaliste sauvage - Trois petits dinosaures ou le cauchemar d'un sociologue III. Les tribulations de l'image scientifique - Le travail de l'image ou l'intelligence savante redistribuée - Le « pédofil » de Boa Vista, montage photo-philosophique - Les anges ne font pas de bons instruments scientifiques.

Petites Leçons De Sociologie Des Sciences (2e Édition)

de Bruno Latour

Propriedade Descrição
ISBN: 9782707150127
Editor: LA DECOUVERTE
Data de Lançamento: Janeiro de 2007
Idioma: Francês
Dimensões: 125 x 190 x 16 mm
Páginas: 258
Tipo de produto: Livro
Coleção: Poches Decouverte
Classificação Temática: Livros em Francês > Ciências Soc. e Humanas > Sociologia
EAN: 9782707150127

SOBRE O AUTOR

Bruno Latour

Bruno Latour (1947-2022) foi um filósofo, sociólogo e antropólogo francês, conhecido pelos seus estudos de ciência, tecnologia e sociedade; propôs uma "antropologia simétrica" da modernidade de modo a aproximar metodologicamente etnografias realizadas em sociedades ditas tradicionais e aquelas empreendidas em locais de produção científica, como os laboratórios. Latour propôs também uma descrição simétrica dos modos de ação de seres humanos e não humanos na composição do mundo – o que o tornou um reconhecido pensador ecológico. Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica (1991) apresenta uma abordagem etnográfica das práticas científicas que permite o autor formular críticas aos divisores natureza e cultura, indivíduo e sociedade, sujeito e objeto, racionalidade e poder, ciência e sociedade – fundamentais para o pensamento moderno oficial. Porém, a etnografia nos recintos de produção científica revela como essas oposições não se sustentam nas suas práticas quotidianas, o que Latour caracteriza como "o carácter oficioso" da modernidade. Neste seu conhecido manifesto, defendeu que a antropologia poderia dissolver a cisão entre os "modernos" e os "outros" ao voltar-se para o "centro", aos locais onde a autoridade, a verdade e os fatos científicos são geridos.

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