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Habitar La Terra

de Bruno Latour
idioma: espanhol, catalão
Editor: Arcádia, abril de 2023 ‧
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Contra tot pronòstic, afirmar que el final de la modernitat i la catàstrofe ecològica són una realitat pot tenir més a veure amb l'esperança i la vida que amb la fallida i el derrotisme. Es tracta, això sí, d'assumir que el repte del pensament polític actual és el de reflexionar des del cor del drama, de fer-ho col·lectivament i de gosar especular des de la imaginació més radical i imprevista.Aquest ha estat el propòsit de Bruno Latour. La seva veu, recollida en les converses d'aquest llibre, ens convida a posar en relació la tecnologia, el dret, la ciència, la filosofia, l'art, l'ecologia, la religió i la sociologia per avançar junts per nous camins i fer habitable la Terra.

Habitar La Terra

de Bruno Latour

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412592658
Editor: Arcádia
Data de Lançamento: abril de 2023
Idioma: Espanhol, Catalão
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788412592658

SOBRE O AUTOR

Bruno Latour

Bruno Latour (1947-2022) foi um filósofo, sociólogo e antropólogo francês, conhecido pelos seus estudos de ciência, tecnologia e sociedade; propôs uma "antropologia simétrica" da modernidade de modo a aproximar metodologicamente etnografias realizadas em sociedades ditas tradicionais e aquelas empreendidas em locais de produção científica, como os laboratórios. Latour propôs também uma descrição simétrica dos modos de ação de seres humanos e não humanos na composição do mundo – o que o tornou um reconhecido pensador ecológico. Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica (1991) apresenta uma abordagem etnográfica das práticas científicas que permite o autor formular críticas aos divisores natureza e cultura, indivíduo e sociedade, sujeito e objeto, racionalidade e poder, ciência e sociedade – fundamentais para o pensamento moderno oficial. Porém, a etnografia nos recintos de produção científica revela como essas oposições não se sustentam nas suas práticas quotidianas, o que Latour caracteriza como "o carácter oficioso" da modernidade. Neste seu conhecido manifesto, defendeu que a antropologia poderia dissolver a cisão entre os "modernos" e os "outros" ao voltar-se para o "centro", aos locais onde a autoridade, a verdade e os fatos científicos são geridos.

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