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Habitar La Tierra

de Bruno Latour
idioma: espanhol
Editor: Arcádia, abril de 2023 ‧
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Bruno Latour (Beaune, 1947 ? París, 2022). Sociólogo y antropólogo de formación, fue pensador de campo, investigador en grupo y, sobre todo, filósofo. Enseñó en Sciences Po, la prestigiosa universidad francesa, en la que fundó el Médialab y l'École des arts politiques.Entre sus libros más relevantes podemos mencionar Nous n'avons jamais été modernes (1991), Aramis ou l'amour des techniques (1992), L'espoir de Pandore. Pour une version réaliste de l'activité scientifique (1999), Politiques de la nature (1999), Jubiler ou les tourments de la parole religieuse (2002), Enquête sur les modes d'existence (2012), Face à Gaïa (2015), Où atterrir ? (2017) y Où suis-je ? (2021), muchos de ellos traducidos al castellano.

Habitar La Tierra

de Bruno Latour

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412592665
Editor: Arcádia
Data de Lançamento: abril de 2023
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788412592665

SOBRE O AUTOR

Bruno Latour

Bruno Latour (1947-2022) foi um filósofo, sociólogo e antropólogo francês, conhecido pelos seus estudos de ciência, tecnologia e sociedade; propôs uma "antropologia simétrica" da modernidade de modo a aproximar metodologicamente etnografias realizadas em sociedades ditas tradicionais e aquelas empreendidas em locais de produção científica, como os laboratórios. Latour propôs também uma descrição simétrica dos modos de ação de seres humanos e não humanos na composição do mundo – o que o tornou um reconhecido pensador ecológico. Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica (1991) apresenta uma abordagem etnográfica das práticas científicas que permite o autor formular críticas aos divisores natureza e cultura, indivíduo e sociedade, sujeito e objeto, racionalidade e poder, ciência e sociedade – fundamentais para o pensamento moderno oficial. Porém, a etnografia nos recintos de produção científica revela como essas oposições não se sustentam nas suas práticas quotidianas, o que Latour caracteriza como "o carácter oficioso" da modernidade. Neste seu conhecido manifesto, defendeu que a antropologia poderia dissolver a cisão entre os "modernos" e os "outros" ao voltar-se para o "centro", aos locais onde a autoridade, a verdade e os fatos científicos são geridos.

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