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Pelléas e Mélisande | Pelléas et Mélisande

de Maurice Maeterlinck
Editor: Companhia das Ilhas | Nanook, março de 2025 ‧
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Pelléas e Mélisande é uma das mais importantes peças de teatro do simbolismo. Publicada e estreada em 1893, deu ainda origem a diversas composições musicais de Fauré, Debussy, Schönberg, Sibelius.

Sonho - ou pesadelo - duma Idade Média imaginária, num obscuro reino chamado Allemonde, a história de Pelléas e Mélisande mostra como todos somos brinquedos de um destino implacável: sombras de um jogo que não conhecemos mas que não sabemos desistir de jogar.

Pelléas e Mélisande | Pelléas et Mélisande

de Maurice Maeterlinck

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899154667
Editor: Companhia das Ilhas | Nanook
Data de Lançamento: março de 2025
Idioma: Português
Dimensões: 115 x 177 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 110
Tipo de produto: Livro
Coleção: Nanook
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Artes de Palco
Livros em Português > Literatura > Teatro (Obra)
EAN: 9789899154667

SOBRE O AUTOR

Maurice Maeterlinck

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 1911

Dramaturgo e poeta belga, nascido em 1862, em Ghent, e falecido em 1949, em Nice. Embora tenha estudado Direito, ao sentir que não tinha muita aptidão para a carreira de advocacia decidiu dedicar-se à Literatura. Ao deslocar-se a Paris, travou conhecimento com muitos poetas simbolistas, entre os quais se destaca a figura de Villiers de l'Isle Adam, de quem recebeu influência.
Em 1899 compôs uma antologia de poemas simbolistas intitulada Serres Chaudes. No mesmo ano obteve notoriedade com a crítica favorável de Octave Mirbeau (crítico literário do jornal Le Figaro) à sua primeira obra teatral La Princesse Maleine (1889). Provocou ainda grande impacto com a peça Pelléas et Mélisande (1892), considerada uma obra-prima do drama simbolista e transformada em ópera por Claude Debussy.
A maioria das suas obras caracteriza-se por um certo fatalismo, misticismo e pela constante presença da morte.
A riqueza da sua imaginação está ainda presente em obras como L'Intruse (1890), Alladine et Palomides (1894), Aglavaine et Sélysette (1896), ensaios filosóficos e científicos La vie des abeilles (1900), L'Intelligence des Fleurs (1907), La vie des Fourmis e as peças Joyzelle (1903) e L'Oiseau Bleu (1909). Em 1911 foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura e em 1932 foi-lhe atribuído o título de conde da Bélgica.

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