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Palavras Cínicas

de Albino Forjaz de Sampaio

editor: Editora Guerra & Paz, junho de 2018
O livro que abalou Portugal - uma prosa que despreza todas as conveniências sociais.
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina?
A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários?
«A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade.»

Palavras Cínicas

de Albino Forjaz de Sampaio

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897024030
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: junho de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 230 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 112
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789897024030
Albino Forjaz de Sampaio

Publicista, ficcionista e bibliófilo, nasceu em Lisboa em 1884 e faleceu na mesma cidade em 1949. Iniciou a sua carreira literária como jornalista muito jovem, sob o patronato de Fialho de Almeida e Brito Camacho, no jornal A Luta. Como resultado da sua colaboração jornalística, publica Crónicas Imorais (1909) e Lisboa Trágica (1910). Foi membro da Academia das Ciências de Lisboa, responsável pela biblioteca e arquivo do Ministério do Fomento. Influenciado por Nietzsche e Schopenhauer, deixou, entre outros títulos, Palavras Cínicas (1905), Prosa Vil (1911), Grilhetas (1916), O Livro das Cortesãs (1916), Vidas Sombrias (1917), Subsídios para a História do Teatro Português – Teatro de Cordel (1920), Porque me Orgulho de Ser Português (1926), Volúpia e A Nova Arte – A Gastronomia (1940). Dirigiu a História da Literatura Portuguesa Ilustrada (1929-1942), em quatro volumes, e a coleção «Patrícia», dedicada aos maiores vultos da literatura portuguesa.
Forjaz de Sampaio ficou para a história como o artista da frase incisiva, da crítica mordaz, de uma linguagem agressiva e ofensiva.

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