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A Liberdade do Drible

Crónicas de Futebol

de Dinis Machado
Editor: Quetzal Editores, junho de 2015 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Com o romance O Que Diz Molero, Dinis Machado mudou de forma permanente o panorama literário português. Corriam os anos 70, e o 25 de Abril ainda não tinha acontecido.
Mais de quarenta anos volvidos, este objecto raro das nossas letras mantém a sua imensa originalidade e frescura. Dinis Machado não publicou outros romances (a não ser os policiais que escreveu com o pseudónimo Denis McShade), mas continuou a escrever regularmente, durante mais de três décadas, em jornais e revistas sobre os mais variados temas, de entre eles duas das suas grandes paixões: futebol e cinema.
Depois de Reduto Quase Final, seguido de Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel García Márquez e de Gráfico de Vendas com Orquídea, a Quetzal dá continuidade à recolha dos melhores textos dispersos de Dinis Machado em livro.

«Um grande escritor e um excelente conversador.»
Mário Zambujal

«Está por direito na primeira linha da ficção portuguesa.»
Serafim Ferreira, Colóquio de Letras

A Liberdade do Drible

Crónicas de Futebol

de Dinis Machado

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897220562
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: junho de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 237 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789897220562

Que maravilha!

David

Uma beleza na linguagem e na forma de transmitir emoções que nos transporta para uma realidade que já não existe. A forma como vivia a vida e o seu futebol, o futebol de toda a gente, é algo que fica bem vincado na sua escrita sem dúvida alguma. Recomendo!

Leveza na escrita

P

... e, ainda por cima, com humor!

SOBRE O AUTOR

Dinis Machado

Dinis Ramos e Machado nasceu em março de 1930 em Lisboa, onde viveu no Bairro Alto até ao fim da sua juventude. Foi jornalista desportivo no Record, no Norte Desportivo, no Diário Ilustrado e no Diário de Lisboa. No início da década de 1960, organizou os primeiros ciclos de cinema da Casa da Imprensa e começou a escrever crítica para a revista Filme. Praticou de tudo um pouco, do poema à entrevista, e escreveu três livros policiais, com o pseudónimo Dennis McShade, para a coleção «Rififi», que então dirigia na editora Íbis. O Que Diz Molero, publicado pela Quetzal na 22ª edição, e pela primeira vez em 1977, constituiu um êxito estrondoso junto da critica e do público e vendeu mais de 100 mil exemplares. Foi ainda traduzido para espanhol, búlgaro, romeno e alemão, estando atualmente em preparação as edições em Itália e na república Checa. Morreu em Outubro de 2008.

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