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Os Três Reis do Oriente

de Sophia de Mello Breyner Andresen; Ilustração: Fátima Afonso
Editor: Porto Editora, setembro de 2013 ‧
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Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para projetos relacionados com o Natal no 3.º, 4.º, 5.º e 6.º anos de escolaridade.

Neste conto, Gaspar, Melchior e Baltasar deixam para trás o ouro, a segurança da ciência, o apoio dos poderosos e as mentiras dos mais fortes, para seguir uma estrela que se ergue a Oriente.
No silêncio da noite, esta luz revela a alegria de uma Boa Nova. Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado no Programa de Português do 6.° ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de dificuldade I.

Neste livro, Sophia recria, de forma muito pessoal, dois contos tradicionais japoneses.
Com «A árvore» e «O espelho ou o retrato vivo» somos transportados para o exotismo do Oriente, mas encontramos, como em tantas outras obras da autora, na primeira história, a valorização da natureza, da harmonia e do equilíbrio; na segunda, a importância dos laços familiares e das vivências afetivas.

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Os Três Reis do Oriente

de Sophia de Mello Breyner Andresen; Ilustração: Fátima Afonso

Propriedade Descrição
ISBN: 978-972-0-72633-9
Editor: Porto Editora
Data de Lançamento: setembro de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 190 x 225 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 40
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas
Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros de Referência
EAN: 978972072633911
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Partir do Oriente

L.Cabral

Um retrato dos três reis do Oriente que nos leva de tal maneira a fundo culturalmente que percebemos melhor o impacto que o Cristianismo teve para aqueles três homens de lugares tão diferentes e distantes. Um conto poético, no melhor de Sophia.

Uma perspectiva diferente

Ana Fonseca

Um preâmbulo engraçado ao que seria a vida dos 3 reis magos, antes de se terem decidido pôr a caminho. Dá uma possível perspectiva e enquadramento diferentes a 3 personagem tão famosos quanto desconhecidos

SOBRE O AUTOR

Sophia de Mello Breyner Andresen

Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro de 1919 no Porto, onde passou a infância. Entre 1939-1940 estudou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publicou os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia. Em 1944 sai, em edição de autor, o seu primeiro livro de poemas, Poesia, título inaugural de uma obra incontornável que a torna uma das maiores vozes da poesia do século xx. Os seus livros estão traduzidos em várias línguas e foi muitas vezes premiada, tendo recebido, entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana – a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão. Com uma linguagem poética quase transparente e íntima, ao mesmo tempo ancorada nos antigos mitos clássicos, Sophia evoca nos seus versos os objectos, as coisas, os seres, os tempos, os mares, os dias. Na sequência do seu casamento com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares, em 1946, passou a viver em Lisboa. Foi mãe de cinco filhos, para quem começou a escrever contos infantis.
Em termos cívicos, a escritora caracterizou-se por uma atitude interventiva, tendo denunciado activamente o regime salazarista e os seus seguidores. Apoiou a candidatura do general Humberto Delgado e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime, tendo sido um dos subscritores da «Carta dos 101 Católicos» contra a guerra colonial e o apoio da Igreja Católica à política de Salazar. Foi ainda fundadora e membro da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos. Após o 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto, numa lista do Partido Socialista. Foi também público o seu apoio à independência de Timor-Leste, conseguida em 2002.
Faleceu a 2 de julho de 2004, em Lisboa. Dez anos depois, em 2014, foram-lhe concedidas honras de Estado e os seus restos mortais foram trasladados para o Panteão Nacional.
No dia em que se celebrou o centenário do seu nascimento, a 6 de novembro de 2019, é-lhe concedido a título póstumo o Grande-Colar da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

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