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Os Portais do Mistério da Segunda Virtude

de Charles Peguy
Editor: Paulinas Editora, outubro de 2014 ‧
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O volume Os Portais do Mistério da Segunda Virtude é porventura o mais assombroso poema sobre a esperança de toda a literatura contemporânea… O teólogo von Balthasar haveria de colocar [o seu autor] entre os génios religiosos que celebram a glória de Deus, ao lado de Santo Agostinho, de Dante, de Pascal ou de Hopkins. Com palavras como estas: "Péguy é indivisível, ele mantém-se dentro e fora da Igreja, ele é a Igreja in partibus infidelium, lá onde a Igreja deve estar... lá onde mundo e Igreja, mundo e Graça se encontram e se interpenetram, até ao ponto em que se torna impossível distingui-los. (...) O realismo bíblico e a integridade de pensamento conferem a Péguy uma clarividência sem costuras, para olhar o mundo exatamente como ele é: grande e miserável"» (José Tolentino Mendonça).

Os Portais do Mistério da Segunda Virtude

de Charles Peguy

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896733971
Editor: Paulinas Editora
Data de Lançamento: outubro de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 146 x 217 x 15 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Coleção: Biblioteca Indispensável
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 5603658195019

SOBRE O AUTOR

Charles Peguy

CHARLES PÉGUY, nasceu em Orleães em janeiro de 1873, no seio de uma modesta família de artesãos. Obtém uma bolsa municipal que lhe permite ingressar no liceu da sua cidade. Passará mais tarde para a prestigiada Escola da Rue d’Ulm, onde se torna aluno e discípulo de Bergson, uma influência decisiva. É um apaixonado pelo cristianismo social. O seu projeto mais obstinado foi a criação de um jornal, independente de financiamentos externos, capaz de contrariar a falta de liberdade e de espírito. A par dessa militância civil e católica, construiu uma obra literária absolutamente extraordinária. O teólogo von Balthasar haveria de colocá-lo entre os génios religiosos que celebram a glória de Deus, ao lado de Santo Agostinho, de Dante, de Pascal ou de Hopkins. Charles Péguy morreu em 1914, nas trincheiras da I Guerra Mundial.

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