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O Mistério dos Santos Inocentes

de Charles Peguy
Editor: Lucerna, setembro de 2015 ‧
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O centenário da morte do filósofo, poeta e cristão francês Charles Péguy (1873-1914) reavivou o interesse pela leitura da sua obra a vários títulos singular. Segundo a presidente da associação francesa L’Amitié Charles Péguy, que procura relançar hoje a leitura dos seus textos, Péguy "pulveriza os rótulos. Para sua infelicidade, ele foi, com efeito, inclassificável. Na Igreja do seu tempo, era um marginal. Recalcitrante à autoridade, não ia à missa e, como não era casado religiosamente, não tinha acesso aos sacramentos. Sofria por isso, mas compensava-o através da oração, especialmente a Maria.
Completamente impregnado pela leitura dos Evangelhos, do catecismo e do breviário, alimentou a sua obra de textos litúrgicos. E tinha uma vida de fé muito intensa".
Satirizando o homem moderno de consciência prometaica, cheio da sua importância, virado para si mesmo e esquecido dos outros, Péguy apela com humor e original mestria literária neste seu poema a que sejamos mais propensos à leveza, à humildade, à solidariedade, à confiança, à lucidez e à maturidade. Porque, apesar de não ser de todo um mundo paradisíaco livre de ambivalências e maldades, a infância continua a ser o eterno horizonte da nossa estatura plena enquanto homens e a promessa de uma natureza humana que importa incessantemente conquistar num processo que requer coragem, responsabilidade e firmeza de espírito.

O Mistério dos Santos Inocentes

de Charles Peguy

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898809049
Editor: Lucerna
Data de Lançamento: setembro de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 147 x 237 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Religião e Moral > Catolicismo
EAN: 9789898809049

SOBRE O AUTOR

Charles Peguy

CHARLES PÉGUY, nasceu em Orleães em janeiro de 1873, no seio de uma modesta família de artesãos. Obtém uma bolsa municipal que lhe permite ingressar no liceu da sua cidade. Passará mais tarde para a prestigiada Escola da Rue d’Ulm, onde se torna aluno e discípulo de Bergson, uma influência decisiva. É um apaixonado pelo cristianismo social. O seu projeto mais obstinado foi a criação de um jornal, independente de financiamentos externos, capaz de contrariar a falta de liberdade e de espírito. A par dessa militância civil e católica, construiu uma obra literária absolutamente extraordinária. O teólogo von Balthasar haveria de colocá-lo entre os génios religiosos que celebram a glória de Deus, ao lado de Santo Agostinho, de Dante, de Pascal ou de Hopkins. Charles Péguy morreu em 1914, nas trincheiras da I Guerra Mundial.

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