Os Meios de Obtenção de Prova Previstos na Lei do Cibercrime
Revista e atualizada
Editor:
Gestlegal, novembro de 2021 ‧
ver detalhes do produto
36,81€
10%
DE DESCONTO IMEDIATO +
10%
CARTÃO
ZUU1R2NFTnRUa3QxUTNvMU1YUTRTMEY1YW5wM1JUWmlPVXB4Wm5GUVNYaFVOM0ZzUlZwaWRVeERWbFp6V1cxclFUTlVabThyVWpBMmR6SnlhWFptZEZSRVpqRlpabEE0ZWs5d1dHaDNWblZ4V0hwalZGcHhWVzlRTm1Sd1JqTjFSVFIwTW5GSUt6UndaMHREVlV3MlNrcDJUalpTT0ZKbmRFSndNR3hFUTJSaGJXTkdTelpwTW1wUmJtOTFiM2R0TnpCNE5uTnNhRGxVZVdRcmJETlBiMjlrYTBZMlVFdzFTMmhtWmxCTU9IaEhUa3N6WjNsSlJHeFJLMjF1TjB4UGExSm9ZV0pDTWpKc1NVcG9ORVJyTDFkS01EVlRWR3N2UzFCclNDdHBlVGxHTkRWblVUaHBMemhGVVRBM2NHaGxLMWwxZVVsMVZFSjNTM2s1YmtwelRGSkxLM0p5ZEM5RlNXTnZNVlFyTUdWTmRHTmlSSGxqYzBWRGFtNHhPRmwxTldNNFdWSmlObmMxUm5kamRXRkdObWxMYVhBeWJrNW1hVGQ2WXpCdFV6QmplRFo1ZGtkUGQwNXJjazR3U0haMWNtcFFUR3B2TWt4WE1uTjJka2cwTURab1pVYzFSWFI0Y1c5MFZsSXlVREJqWkhSQmFXUkhWRGRpZWtGNFUwUk1TMGRNWkdGUFNWTnBXV1ZIWW5OSlVYRm5abE12WXk5cE5EUk1jakpZZDJKM09TOW1iblk0YlVONVNuSnRNMWswT1UwNU0zQjBkR3RaUm0xelREUXdTVWR4ZFhBMlEydFpSR1Z5VGpKMEx6WnVjM0ZCWldGc2FYbFVMMnh6ZFRGVkwwUTVhWG8wTjJab2RXRkRaVmsxTTNwc1JXdDZSbXR3SzNwV2VrVkdRV3RZVFdsek1rZHdWMmhFU1UwMVNIaHhNMUZaSzFSTWNUZHRZM1poVFRWcll6UllOVkZ0Y2xoNWRFWnlRWEZGWm5FMFJEUnZhbGh5YkVaUFYwbG5Wa2R0WTA5d2ExbHNSMk53ZEZCc09URmFVR2Q2U0dKYWVWZG9UM0pVYWtGNU4wdEVTRXA1YWtwWU1raDZZMDVSWVhWUldEUndiVVJIV0VGT2RrRXhWeTlUTUhRclRTdFZSVmwwUVZvdlMxTnFZME5FV1RKNGJsbE9hbGtyVTNwSlRXUkpOa0pvV1VSM1VrTnhXbHB5YldSdFVrZE5Ta3B5YzJvM1pDdE9TM281WlZjelJtSlRVR1JTVkRWc2JEaGxXVXN3VDFGM2MxcExNSEUyYVZoTVFVdFVkMWhIY3paeksydHBja3hLUTJoUlMzcE1aRkJ1WmtjM2NFNHdOaTh6ZVdKdzpMN0VJNk1ZODd4TVlWTGxwUjJlTm9nPT0=
EM STOCK
-
portes grátis
Venda o seu livro
SINOPSE
Os cibercriminosos utilizam os meios informáticos para praticar crimes e suprimir as provas da sua prática, assim impedindo ou dificultando de sobremaneira a perseguição e a prevenção da criminalidade.
A resposta eficaz a qualquer forma de criminalidade depende da adequação dos meios de resposta à sua fenomenologia. No cibercrime, em que estão em causa realidades incorpóreas (in casu, dados informáticos), os meios investigatórios criados e dirigidos à recolha de provas corpóreas tendem a ser insuficientes e desadequados para uma resposta eficaz à cibercriminalidade. Consciente dessa realidade, o legislador previu e regulou, na Lei n.º 109/2009, de 15 de setembro, meios de obtenção de prova específicos para a investigação do cibercrime. No entanto, além de não prever todos os meios que deveria prever, a regulação de alguns dos meios previstos apresenta diversas lacunas.
Na presente obra, analisa-se, numa perspetiva teórico-prática, o regime jurídico desses meios de obtenção de prova, importando (e adaptando à nossa ordem jurídica) mecanismos utilizados noutros ordenamentos jurídicos, inclusivamente nos Estados Unidos, em que, por exemplo, o âmbito e a execução das pesquisas informáticas e das apreensões de dados informáticos, têm sido alvo de uma delimitação muitíssimo detalhada através de um Case Law desenvolvido pelos Tribunais - maxime pelo Supreme Court, mas não só -, a fim de melhor compatibilizar as necessidades de prevenção e perseguição da criminalidade com a salvaguarda da intimidade/privacidade (e do sigilo profissional, enquanto mecanismo também de proteção desse direito fundamental), garantida pela Quarta Emenda à Constituição americana.
Mais se propõem algumas alterações legislativas destinadas a suprir algumas imperfeições que, na ótica do autor, a Lei n.º 109/2009 apresenta e que podem e devem ser corrigidas através de uma intervenção do legislador, de modo a obstar à incerteza e à insegurança jurídicas que vêm causando.
A resposta eficaz a qualquer forma de criminalidade depende da adequação dos meios de resposta à sua fenomenologia. No cibercrime, em que estão em causa realidades incorpóreas (in casu, dados informáticos), os meios investigatórios criados e dirigidos à recolha de provas corpóreas tendem a ser insuficientes e desadequados para uma resposta eficaz à cibercriminalidade. Consciente dessa realidade, o legislador previu e regulou, na Lei n.º 109/2009, de 15 de setembro, meios de obtenção de prova específicos para a investigação do cibercrime. No entanto, além de não prever todos os meios que deveria prever, a regulação de alguns dos meios previstos apresenta diversas lacunas.
Na presente obra, analisa-se, numa perspetiva teórico-prática, o regime jurídico desses meios de obtenção de prova, importando (e adaptando à nossa ordem jurídica) mecanismos utilizados noutros ordenamentos jurídicos, inclusivamente nos Estados Unidos, em que, por exemplo, o âmbito e a execução das pesquisas informáticas e das apreensões de dados informáticos, têm sido alvo de uma delimitação muitíssimo detalhada através de um Case Law desenvolvido pelos Tribunais - maxime pelo Supreme Court, mas não só -, a fim de melhor compatibilizar as necessidades de prevenção e perseguição da criminalidade com a salvaguarda da intimidade/privacidade (e do sigilo profissional, enquanto mecanismo também de proteção desse direito fundamental), garantida pela Quarta Emenda à Constituição americana.
Mais se propõem algumas alterações legislativas destinadas a suprir algumas imperfeições que, na ótica do autor, a Lei n.º 109/2009 apresenta e que podem e devem ser corrigidas através de uma intervenção do legislador, de modo a obstar à incerteza e à insegurança jurídicas que vêm causando.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898951847 |
| Editor: | Gestlegal |
| Data de Lançamento: | novembro de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 158 x 229 x 26 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 550 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Monografias |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Direito
>
Direito Penal
|
| EAN: | 9789898951847 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Lições de Direito do CibercrimeEditora D'Ideias23,31€
25,90€portes grátis -
20%Da Associação Criminosa à Criminalidade Organizada no Ordenamento Jurídico-Penal PortuguêsGestlegal53,91€ 10% + 10% CARTÃOportes grátis