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Os Maias

Livro 1

de Eça de Queirós
Editor: Publicações Europa-América, abril de 1999 ‧
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Uma alegre mascarada da sociedade lisboeta do século XIX,com um certo sabor a «vaudeville».

Uma galeria de personagens que tudo parece destinar a um futuro promissor, mas cujos sonhos se vão sucessivamente esboroando por via do desajustamento individual a uma sociedade em que cada um deles é corpo estranho.

Obra de monumental envergadura que nos desvenda como nenhuma outra as ideias do autor, os seus sentimentos, e a sua revolta contra a tolice, o ridículo e a vaidade humana

Os Maias

de Eça de Queirós

Propriedade Descrição
ISBN: 9789721013414
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: abril de 1999
Idioma: Português
Dimensões: 115 x 177 x 28 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 576
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros de Bolso / Europa América
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 5601072407299
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Eça de Queirós

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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