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Os Bebés da Água

de Charles Kingsley
Editor: Tinta da China, maio de 2015 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Os Bebés da Água conta a história de Tom, um pequeno limpa-chaminés. Abusado e humilhado pelo patrão, após um mal-entendido numa casa senhorial foge e adormece junto ao rio, onde é transformado num ser até então desconhecido: um bebé da água. É o início de uma viagem fantástica e picaresca, num mundo subaquático que condena e subverte os princípios sociais da era vitoriana. Na Inglaterra do século XIX, a industrialização avançava rapidamente, assim como a brutalidade quotidiana sobre a emergente classe operária. É neste contexto que Charles Kingsley escreve Os Bebés da Água — a sua obra-prima —, uma fábula moral onde expõe as desigualdades e a irracionalidade do mundo dos adultos, denunciando o trabalho infantil e o obscurantismo religioso. Publicado originalmente em 1863, é um livro excêntrico e ousado que conjuga a redenção cristã com o evolucionismo e a crítica social.

Os Bebés da Água

de Charles Kingsley

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896712594
Editor: Tinta da China
Data de Lançamento: maio de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 128 x 191 x 21 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 352
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9789896712594

SOBRE O AUTOR

Charles Kingsley

Charles Kingsley nasceu em 1819, numa pequena aldeia de Devon, em Inglaterra. Exerceu as profissões de padre anglicano, professor universitário, historiador e roman¬cista. Filho de um sacerdote anglicano, estudou no King’s College de Londres e na Universidade de Cambridge, onde posteriormente foi professor de História. Em 1861, foi no¬meado tutor do príncipe de Gales, futuro Eduardo VII.
Na década de 50, após ter participado nas manifestações cartistas de 1848, adere ao Movimento Socialista Cristão, onde luta por melhores condições de vida da classe tra¬balhadora. Em 1855, publica Glaucus, o primeiro livro de divulgação científica escrito para crianças. Aceita as teses evolucionistas de Darwin, de quem era amigo, não ven¬do qualquer contradição entre a religião e a ciência, ao contrário da maior parte dos clérigos da época. Em 1869, abandona a carreira universitária, tornando-se cónego da catedral de Chester, entre 1870 e 1873, e depois da abadia de Westminster. Morre em 1875, vítima de pneumonia.
Das 28 obras que publicou, destacam-se os romances históricos Hypatia (1853), Westward Ho! (1855) e Hereward the Wake (1866); a ficção de intervenção social Yeast (1848) e Alton Locke (1850); e os livros para crianças The Heroes (1856) e Os Bebés da Água (1863).

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