Oblívio
SINOPSE
Como nos diz o poeta, «Assim no meu soneto aqui gravei / Quem não sou nem fui e menos serei.»
Jamais tive eu amor senão por ti.
Paixões o vento as trouxe e as levou
Qual ave migratória que pousou
Em temporário ninho onde vivi.
Amor, porém, é ave que povoa
O coração da gente e nele exulta
E ocupa de outra ave mais estulta
O coração partido e o perdoa.
Mas que fazer, se amor o dei ao vento
E sinto o coração ninho vazio
E sinto um grão calor e grande frio
E amo em oração no meu convento?
Eu amo quem amei e me deixou;
Não amo quem pousou — só quem voou.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 978-972-37-1983-3 |
| Editor: | Assírio & Alvim |
| Data de Lançamento: | setembro de 2017 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 145 x 205 x 6 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 64 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Poesia Inédita Portuguesa |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 978972371983311 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Uma boa e poética surpresa!
Joana Verdelho
Poesia portuguesa contemporânea de enorme beleza.
D J
P
Melhor poeta do mundo. Não q isso importe...
À prova de oblívio
Emanuel Silva
Neste novo livro de um dos poetas mais confirmados da atual poesia portuguesa, apesar de ainda jovem, Daniel Jonas traz-nos mais uma coleção dos seus sonetos, tão clássicos quanto desconcertantes, tão formais quanto livres. Quem gostou de Nó vai gostar ainda mais deste inolvidável Oblívio.
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