O Siciliano

Livro de Bolso

de Mario Puzo
Editor: 11 X 17, junho de 2010 ‧
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1950. O período de exílio de Michael Corleone na Sicília está quase a terminar. O Padrinho ordenou a Michael que, ao regressar aos Estados Unidos, leve com ele um jovem bandido siciliano chamado Salvatore Guiliano. Porém, Guiliano é um homem envolvido numa teia sangrenta de violência e vendettas. Na Sicília, Guiliano é um Robin dos Bosques dos tempos modernos que desafiou a corrupção - e a Cosa Nostra. Agora, o destino de Michael Corleone está ligado ao do lendário e perigoso Salvatore Guiliano: o guerreiro, o amante, o Siciliano.

«Um mestre.»
USA Today

O Siciliano

Livro de Bolso

de Mario Puzo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722521734
Editor: 11 X 17
Data de Lançamento: junho de 2010
Idioma: Português
Dimensões: 110 x 168 x 25 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 536
Tipo de produto: Livro
Coleção: 11X17
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 9789722521734

Puzo não falha

JÉSSICA REIS

Com a sua escrita enigmática seguimos a Família e a sua história com o decorrer do tempo

Robin do Bosques Siciliano

André Costa

Um livro maravilhoso, de um autor que com uma linguagem simples e cuidada, transmite uma história fantástica. A história realça o poder dos "Amigos" na Sicília, o poder controlador de Roma sobre a pobre ilha e como um jovem, Turi Giuliano, com uma personalidade forte e uma inteligência pratica pode por tudo isso em causa. O leitor ficará preso ao livro do principio ao fim! Recomendo sem sombra de dúvida!

SOBRE O AUTOR

Mario Puzo

Escritor norte-americano, Mario Puzo nasceu a 15 de outubro de 1920, num bairro desfavorecido da cidade de Nova Iorque. Oriundo de uma família de imigrantes italianos, era filho de um ferroviário. Passou a sua infância entre os comboios, morando com os seus seis irmãos em terrenos pertencentes a uma gare, e em bibliotecas públicas, que desde muito cedo o apaixonaram ao ponto de querer escrever.
Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial, Puzo alistou-se na Força Aérea norte-americana, servindo primeiro no Pacífico, e depois na Alemanha, onde decidiu permanecer, após a assinatura do armistício, como relações públicas desse organismo militar, mas obedecendo a um estatuto civil. De regresso ao continente americano, encontrou meios para estudar, ingressando na New School For Social Research de Nova Iorque, prosseguindo depois para a Universidade de Columbia, onde frequentou os cursos de Literatura e Escrita de Criação. Conseguiu publicar o seu primeiro conto numa revista literária em 1950, com o título The Last Christmas .
Passou então a trabalhar como assistente administrativo em organismos governamentais, deslocando-se amiúde de Nova Iorque para a Europa. Em 1955 publicou o seu primeiro livro, o romance Dark Arena, que contava a história de um antigo combatente norte-americano, Walter Mosca, e da sua relação com uma alemã, que morre por falta de cuidados médicos. A partir de 1963 Mario Puzo resolveu dedicar-se inteiramente à escrita, trabalhando como escritor e jornalista independente, publicando contos, críticas e artigos na imprensa de renome. Não abandonando porém os grandes projetos, apareceu em 1965 com Fortunate Pilgrim, romance que descrevia as andanças de uma família de imigrantes italianos desde a década de 20 até ao fim da Segunda Guerra Mundial, incidindo na figura matriarcal de uma velha camponesa.
Em 1969 surgiu o grande êxito que consagrou Puzo como escritor de sucesso. The Godfather (1969, O Padrinho ) criava o mito da máfia siciliana, pelo que Don Corleone, o protagonista da obra, se tornou numa referência universal para exprimir o rigor dos códigos de honra do banditismo. O sucesso do livro foi acrescido com as suas três adaptações sucessivas para o cinema, pela mão do realizador Francis Ford Coppola, com a participação de nomes como Marlon Brando e Al Pacino no elenco do primeiro episódio.
Oscilando entre os mundos da corrupção, violência e crime, e o espírito tradicionalista italiano transplantado para desleixo dos valores nos Estados Unidos, Puzo continuou a escrever romances de sucesso, de que se destacam a título de exemplo Inside Las Vegas (1977), The Last Don (1996) e Omerta (2000).
Mario Puzo faleceu em Long Island em julho de 1999, em consequência de uma paragem cardíaca.

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