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Seis Tumbas En Múnich

de Mario Puzo
idioma: espanhol
Editor: B de Bolsillo (Ediciones B), fevereiro de 2018 ‧
11,16€
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Una historia criminal movida por la venganza. Del autor de El Padrino, una novela inédita escrita originalmente con el seudónimo de Mario Cleri. Durante la Segunda Guerra Mundial, gracias a su prodigiosa memoria y a su talento para descifrar textos codificados, Mike Rogan ingresa en la Sección de Inteligencia del Ejército americano, poco después de casarse con Christine. A raíz del desembarco de las tropas aliadas en Francia, Rogan es enviado a Europa en misión de desciframiento de mensajes. Pero por un error cae, junto a Christine, en manos de la Gestapo para acabar en el Palacio de Justicia de Múnich, donde serán sometidos a una violencia extrema. Con tal de ahorrarle sufrimientos a su mujer, Rogan revela las claves de los códigos americanos. Aun así, sus siete verdugos, tras anunciarle la muerte de Christine, le disparan un tiro en la cabeza. Sin embargo, horas después, es encontrado vivo. Diez años después, en 1955, Rogan dará comienzo a su cacería...

Seis Tumbas En Múnich

de Mario Puzo

Propriedade Descrição
ISBN: 9788490705247
Editor: B de Bolsillo (Ediciones B)
Data de Lançamento: fevereiro de 2018
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 176
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788490705247

SOBRE O AUTOR

Mario Puzo

Escritor norte-americano, Mario Puzo nasceu a 15 de outubro de 1920, num bairro desfavorecido da cidade de Nova Iorque. Oriundo de uma família de imigrantes italianos, era filho de um ferroviário. Passou a sua infância entre os comboios, morando com os seus seis irmãos em terrenos pertencentes a uma gare, e em bibliotecas públicas, que desde muito cedo o apaixonaram ao ponto de querer escrever.
Com a deflagração da Segunda Guerra Mundial, Puzo alistou-se na Força Aérea norte-americana, servindo primeiro no Pacífico, e depois na Alemanha, onde decidiu permanecer, após a assinatura do armistício, como relações públicas desse organismo militar, mas obedecendo a um estatuto civil. De regresso ao continente americano, encontrou meios para estudar, ingressando na New School For Social Research de Nova Iorque, prosseguindo depois para a Universidade de Columbia, onde frequentou os cursos de Literatura e Escrita de Criação. Conseguiu publicar o seu primeiro conto numa revista literária em 1950, com o título The Last Christmas .
Passou então a trabalhar como assistente administrativo em organismos governamentais, deslocando-se amiúde de Nova Iorque para a Europa. Em 1955 publicou o seu primeiro livro, o romance Dark Arena, que contava a história de um antigo combatente norte-americano, Walter Mosca, e da sua relação com uma alemã, que morre por falta de cuidados médicos. A partir de 1963 Mario Puzo resolveu dedicar-se inteiramente à escrita, trabalhando como escritor e jornalista independente, publicando contos, críticas e artigos na imprensa de renome. Não abandonando porém os grandes projetos, apareceu em 1965 com Fortunate Pilgrim, romance que descrevia as andanças de uma família de imigrantes italianos desde a década de 20 até ao fim da Segunda Guerra Mundial, incidindo na figura matriarcal de uma velha camponesa.
Em 1969 surgiu o grande êxito que consagrou Puzo como escritor de sucesso. The Godfather (1969, O Padrinho ) criava o mito da máfia siciliana, pelo que Don Corleone, o protagonista da obra, se tornou numa referência universal para exprimir o rigor dos códigos de honra do banditismo. O sucesso do livro foi acrescido com as suas três adaptações sucessivas para o cinema, pela mão do realizador Francis Ford Coppola, com a participação de nomes como Marlon Brando e Al Pacino no elenco do primeiro episódio.
Oscilando entre os mundos da corrupção, violência e crime, e o espírito tradicionalista italiano transplantado para desleixo dos valores nos Estados Unidos, Puzo continuou a escrever romances de sucesso, de que se destacam a título de exemplo Inside Las Vegas (1977), The Last Don (1996) e Omerta (2000).
Mario Puzo faleceu em Long Island em julho de 1999, em consequência de uma paragem cardíaca.

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