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O Segundo Sexo - volume 2

de Simone de Beauvoir
Editor: Quetzal Editores, março de 2015 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Mais de 50 anos volvidos sobre a sua primeira publicação, os temas que Simone de Beauvoir discute neste célebre tratado sobre a condição da mulher continuam a ser pertinentes e a manter aceso um debate clássico. Entretecendo argumentos da Biologia, da Antropologia, da Psicanálise e Filosofia, e outras áreas de saber, O Segundo Sexo revela os desequilíbrios de poder entre os sexos e a posição do «Outro» que as mulheres ocupam no mundo.
O Segundo Sexo é uma obra essencial do feminismo, e as suas considerações acerca dos condicionamentos sociais que levam à construção de categorias como «mulher» ou «feminino» - e que estão na base da opressão das mulheres - são hoje amplamente aceites.

Volume 2 - A Experiência Vivida
Temas tratados - A infância. Adolescência. A iniciação sexual. A lésbica. A mulher casada. A mãe. A vida social. Prostitutas e heteras. Da maturidade à velhice. Situação e carácter da mulher. A narcisista. A amorosa. A mística. A mulher independente.
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Os livros também têm estações? – Primavera e verão

Há histórias que florescem como a primavera, outras que ardem como o verão, que caem como folhas no outono ou que se recolhem no silêncio do inverno.
Esta é uma viagem literária pelas quatro estações da alma – porque nem todos os livros se leem da mesma forma o ano inteiro, e alguns só revelam a sua plenitude quando escolhidos no tempo certo. Começamos, esta semana, com a primavera e o verão. Primavera – livros de renascimento, recomeços, romance O Período é Fixe – Aprende como funciona, de Anna Salvia A primeira menstruação é mais do que um acontecimento biológico — é o início de uma nova forma de habitar o próprio corpo. Recentemente, ofereci este livro à minha filha, que fará 12 anos em julho. Foi uma escolha com significado, feita com o coração. Porque a primeira menstruação não é apenas uma mudança física – é um marco, um rito de passagem que transforma para sempre a forma como uma rapariga se vê e se sente no mundo. Este livro explica de forma clara, honesta e acolhedora tudo o que uma menina precisa de saber quando o seu corpo começa a falar de outra maneira. Explora os ciclos, as emoções, o autocuidado e o poder pessoal. Mais do que um manual, é um abraço em forma de páginas; um guia prático e afetuoso, pensado para ajudar as raparigas a viverem esta nova fase com confiança, naturalidade e orgulho. Porque o período é uma parte bonita (e poderosa!) de ser mulher — e quanto mais cedo o compreendermos, melhor cuidamos de nós. Um livro essencial para todas as mães, filhas, irmãs e cuidadoras que acreditam que falar sobre o corpo com verdade e empatia é um gesto de amor. QUERO LER! » E Três Maçãs Caíram do Céu, de Nariné Abgaryan Entre a tragédia e a ternura, há uma aldeia chamada Maran. Numa casa esquecida pelo tempo, aninhada nas montanhas da Arménia, Anatólia deita-se para morrer. Não por desespero, mas por convicção. Depois de uma vida longa – sem filhos, com um casamento sem amor e uma biblioteca que foi o seu único abrigo –, acredita que chegou o fim. E espera-o em silêncio. Mas a morte, tal como a vida, às vezes falha os planos. E é Vassíli, o vizinho, quem bate à porta com uma proposta inesperada. O que se segue não é apenas a história de duas personagens improváveis: é uma fábula delicada sobre a possibilidade de recomeçar quando tudo parece encerrado, sobre os milagres que se escondem no quotidiano e sobre como o amor, mesmo tardio, pode ser uma forma de resistência.
Neste romance em que o real e o onírico se entrelaçam, a autora oferece-nos um retrato comovente da solidão, do tempo que se dobra sobre si mesmo e da literatura como abrigo. Uma história com cheiro a terra, com sabor a luto e a ternura, que transforma não só Maran mas também quem a lê. QUERO LER! » Não Basta Fechar a Boca!, de Eva Lau E se o problema não for a força de vontade? Num mundo obcecado por imagens perfeitas e corpos padronizados, viver com excesso de peso é, muitas vezes, viver sob o olhar alheio – e sobre o peso da culpa. Entre dietas restritivas, promessas milagrosas e o temido efeito ioiô, milhares de pessoas entram e saem de ciclos que não oferecem saúde nem solução. Este livro é para quem já tentou «fechar a boca» e percebeu que isso não basta.
Com décadas de experiência clínica, a endocrinologista Eva Lau desmonta mitos, desafia discursos simplistas e mostra, com empatia e ciência, que há outros caminhos – mais humanos, mais sustentáveis e eficazes. Aqui encontrará estratégias práticas para compreender o apetite, traçar metas realistas, lidar com a genética sem se render a ela e fazer escolhas alimentares inteligentes. Mas acima de tudo, encontrará uma abordagem que não separa o corpo da mente, nem a saúde do bem-estar emocional. Perder peso sem perder a paz. Ganhar saúde sem perder a liberdade. Um livro lúcido e libertador para quem está pronto para deixar a culpa de lado e começar, finalmente, de outra maneira. QUERO LER! » VERÃO – HISTÓRIAS INTENSAS, SENSUAIS, AVENTURAS, VIAGENS O Segundo Sexo – vol 2, de Simone de Beauvoir O que significa ser mulher num mundo construído para o homem? Neste segundo volume de O Segundo Sexo, Simone de Beauvoir mergulha no concreto da existência feminina. Da infância à velhice, passando pela descoberta do corpo, pelo casamento, pela maternidade ou pela escolha de não se submeter, a autora traça, com precisão filosófica e lucidez, o mapa da experiência vivida pelas mulheres num universo que as definiu como «o Outro».
Nesta obra incontornável do pensamento feminista, de Beauvoir não se limita a descrever: questiona, desafia, expõe os mecanismos de opressão que se enraízam na cultura, na linguagem e nas estruturas sociais. Dá voz a figuras esquecidas – a prostituta, a lésbica, a narcisista, a mística – e reivindica a complexidade de ser mulher num mundo que insiste em simplificá-la. Mais de meio século depois da sua publicação, este volume continua a ser leitura essencial. Porque ser mulher – livre, pensante, independente – ainda é, demasiadas vezes, um ato de resistência. QUERO LER! » Não Fossem as Sílabas do Sábado, de Mariana Salomão Carrara E se o luto começasse antes da perda? E se o amor, ao invés de consolo, fosse só mais uma ausência? Não Fossem as Sílabas do Sábado não é um romance que se imponha — aproxima-se devagar, com a mesma contenção de quem pisa chão estilhaçado rachado. É nesse terreno frágil que conhecemos Ana, Madalena e Catarina: três mulheres ligadas por uma tragédia que interrompe o tempo e baralha os afetos. Entre a morte de um homem e o nascimento de uma criança, instala-se um intervalo em que não há respostas, só sobrevivência. Que fazer com uma vida que não se chegou a viver? Com o amor que ficou a meio caminho? Com a culpa que ninguém nomeia? Mariana Salomão Carrara constrói um romance de contornos íntimos, no qual o enredo quase desaparece para dar lugar ao que importa: a forma como a dor se inscreve no quotidiano e altera a gramática do mundo. Um livro que habita o espaço entre o que aconteceu e o que nunca deveria ter acontecido. E que encontra, nesse vazio, a matéria da melhor literatura. QUERO LER! »

O Segundo Sexo - volume 2

de Simone de Beauvoir

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897221941
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: março de 2015
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 235 x 32 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 600
Tipo de produto: Livro
Coleção: Serpente Emplumada
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789897221941
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

Essencial!!

Renata Ribeira

Comprei para completar o volume e a escrita de Simone de Beauvoir é fantástica, crua e impactante. Essencial para quem quer entender melhor o Feminismo e a posição que a mulher possuía. Sem rodeios, Simone aponta situações que mais ninguém tinha coragem de falar no período em questão. Sem querer ser um rosto do Feminismo, com este livro ela tornou-se um pináculo na emancipação da mulher.

Obrigatório

AFerreira

Mais que um ensaio uma obra fundamental sobre a Mulher e o Feminino, da Infancia à Mulher. Da biologia à sociedade patriarcal de há mais de 50 anos mas que continua viva hoje, na "construção" do chamamos mulher e o seu papel na sociedade. Aborda temas desde o ser ao tranformar-se para encaixar numa sociedade que segrega que pune e desvaloriza o feminino. O que é o feminino? Questões de género e de papel social que continuam pertinentes como Simone de Beauvoir tivesse terminado esta obra ontem. É leitura obrigatória e atenta, de forma a mudar o mais dificil, mentalidades e daí "acertar" a sociedade. Leitura fundamental.

Importante!

Ana Luisa Luz

Um clássico da literatura feminista, importante para compreender os dias atuais.

Interessante

EA

Muito bom, para quem se interessa pelas questões de genero

Soberbo ×2 :)

António Miguel

Ler para nos compreendermos exercitar a nossa tolerância e respeito pelos outros.

Obrigatório!

filipa

Este segundo volume conclui assim o exelente livro -o segundo sexo. Para mim um livro importantíssimo com uma linguagem fácil e um conteudo totalmento atual sobre a desigualdade de género . Recomendo vivamente.

O feminismo sustentado

Paulo Carmo

Numa altura em que tanto se fala de feminismos de novo é importante (re)ler Beauvoir e captar as suas palavras apaixonadamente desapaixonadas, no sentido em que de forma rigorosa analisa a frio um tema, para si, muito quente, passando-o pelo crivo das várias visões da mulher, nos vários meios e nas várias épocas, para por fim culminar na sua própria visão, enquanto construção de um novo espírito feminino. Cada vez mais actual pela sua inteligência e importância cultural, política e humana.

SOBRE O AUTOR

Simone de Beauvoir

Simone de Beauvoir nasceu em Paris, em 1908. Estudou Filosofia na Sorbonne, onde conheceu Sartre, companheiro de toda a vida e com quem viveu uma relação célebre pelos seus padrões de abertura e honestidade. No final da Segunda Guerra Mundial, editou a revista política Les Temps Modernes, fundada por Sartre e Merleau-Ponty, entre outros. Foi ativista no movimento francês de emancipação das mulheres, nos anos de 1970, e serviu de modelo e de influência aos movimentos feministas posteriores. Simone de Beauvoir ganhou o Prémio Goncourt em 1954 com Os Mandarins. Morreu em Paris, em 1986.

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