O Rio da Consciência

de Oliver Sacks
Editor: Relógio D'Água, outubro de 2017 ‧
Como pensamos e como nos lembramos? Pessoas diferentes pensam a velocidades e de modos diferentes? Devemos confiar na memória? Como construímos a nossa percepção do tempo e o nosso mundo visual? O que é a consciência em termos neurológicos? E mais importante ainda, o que é a criatividade?

O Rio da Consciência

de Oliver Sacks

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896417819
Editor: Relógio D'Água
Data de Lançamento: outubro de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 152 x 231 x 14 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 208
Tipo de produto: Livro
Coleção: Antropos
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789896417819

Interessante, mas não excepcional

T. R.

Não sendo o melhor livro de Sacks, é uma boa aquisição para quem já aprecia a sua obra e pretende ler um pouco mais deste belíssimo autor. Esta excelente tradução é semelhante às suas outras obras já publicadas em português, possuindo várias notas de tradução pertinentes e um vocabulário cuidado. É uma colecção de ensaios sobre muitos assuntos diversos: botânica, temas de carácter médico, devaneios do autor. Ideal para quem gosta de Sacks, embora talvez não seja a melhor escolha para quem pretende começar a conhecer melhor o escritor.

SOBRE O AUTOR

Oliver Sacks

Oliver Sacks (9 de julho de 1933) foi um neurologista, historiador da ciência e escritor britânico. Nascido em Londres, Sacks licenciou-se em medicina em 1958 no The Queen's College, Oxford, antes de se mudar para os Estados Unidos, onde passou a maior parte da sua carreira. Fez o internato no Mount Zion Hospital, em São Francisco, e completou a especialização em neurologia e neuropatologia na University of California, em Los Angeles.
Mais tarde, exerceu funções como neurologista na unidade de cuidados continuados do Beth Abraham Hospital, no Bronx, onde trabalhou com um grupo de sobreviventes da epidemia de encefalite letárgica ("doença do sono") dos anos 1920, que permaneciam incapazes de se mover autonomamente durante décadas. O tratamento desses pacientes deu origem ao seu livro Despertares, publicado em 1973, posteriormente adaptado ao cinema em 1990, num filme protagonizado por Robin Williams e Robert De Niro que foi nomeado para os Óscares.
Os seus outros livros foram coleções de estudos de caso de pessoas - incluindo dele próprio - com perturbações neurológicas. Publicou também centenas de artigos, tanto científicos como textos destinados ao grande público, sobre doenças neurológicas, história da ciência e história natural.
O The New York Times descreveu-o como o "poeta laureado da medicina contemporânea" e "um dos grandes escritores clínicos do século XX".
Algumas das suas obras foram adaptadas para peças de teatro por dramaturgos de renome, longas-metragens, curtas de animação, ópera, dança, artes plásticas e obras musicais de tradição clássica.
O seu livro O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu, que relata casos clínicos de alguns dos seus pacientes, serviu de base a uma ópera com o mesmo nome. A série televisiva Mentes Brilhantes é inspirada na sua vida.
Médico e observador excecional da condição humana, Sacks nunca perdeu de vista o foco essencial da medicina: o ser humano sofredor, fragilizado e em luta.
Morreu a 30 de agosto de 2015.

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