SINOPSE
O discurso não é apenas uma mensagem destinada a ser decifrada. É, também, um produto que entregamos à apreciação dos outros e cujo valor se define na sua relação com outros mais raros ou mais comuns.
Instrumento de comunicação, a língua é, também, um sinal exterior de riqueza e um instrumento de poder. A força que age através das palavras estará nas palavras ou nos porta-vozes? Vemo-nos, assim, confrontados com aquilo a que os escolásticos chamavam o mistério do ministério, milagre da transubstanciação que investe a palavra do porta-voz de uma força retirada do próprio grupo sobre o qual se exerce.
Tendo renovado a maneira de pensar a linguagem, podemos abordar o terreno por excelência do poder simbólico, o da política, lugar da previsão como predição pretendendo produzir a sua própria realização. E compreender, na sua economia específica, as lutas mais distantes, aparentemente, de toda a racionalidade económica, como as do regionalismo ou do nacionalismo. Mas podemos também, a título de verificação, trazer à luz do dia a intenção reprimida de textos filosóficos, cujo rigor aparente não passa, muitas vezes, da marca visível da censura rigorosa do mercado ao qual se destinam.
Instrumento de comunicação, a língua é, também, um sinal exterior de riqueza e um instrumento de poder. A força que age através das palavras estará nas palavras ou nos porta-vozes? Vemo-nos, assim, confrontados com aquilo a que os escolásticos chamavam o mistério do ministério, milagre da transubstanciação que investe a palavra do porta-voz de uma força retirada do próprio grupo sobre o qual se exerce.
Tendo renovado a maneira de pensar a linguagem, podemos abordar o terreno por excelência do poder simbólico, o da política, lugar da previsão como predição pretendendo produzir a sua própria realização. E compreender, na sua economia específica, as lutas mais distantes, aparentemente, de toda a racionalidade económica, como as do regionalismo ou do nacionalismo. Mas podemos também, a título de verificação, trazer à luz do dia a intenção reprimida de textos filosóficos, cujo rigor aparente não passa, muitas vezes, da marca visível da censura rigorosa do mercado ao qual se destinam.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Instrumento de comunicação, a língua, é também, um sinal exterior de riqueza e um instrumento de poder. A força que age através das palavras estará nas palavras ou nos porta-vozes? Um ensaio imprescindível quando queremos aprofundar o poder simbólico da linguagem.»
Jornal de Letras
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722904018 |
| Editor: | Difel |
| Data de Lançamento: | abril de 1998 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 148 x 224 x 24 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 224 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Documento e Ensaio |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Ensaios
|
| EAN: | 9789722904018 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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