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O Morgado de Fafe

de Camilo Castelo Branco
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, dezembro de 2018 ‧
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Dois anos depois de a peça o Morgado de Fafe em Lisboa ter sido estreada no Teatro de D. Maria II, Camilo Castelo Branco leva à cena, no mesmo teatro, a peça o Morgado de Fafe Amoroso. Para além da contestação dos modos e da moda do estereotipado teatro romântico, estas comédias notabilizaram-se pelo efeito cómico do ridículo e cáustico com que são abordados certos ambientes e personagens características do Portugal de meados do séc. XIX. - Observações: Edição de Ângela Correia, Mafalda Pereira e Patrícia Franco.

O Morgado de Fafe

de Camilo Castelo Branco

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722726818
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: dezembro de 2018
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 210 x 9 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Coleção: Edição Crítica de Camilo Castelo Branco
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Crónicas
EAN: 9789722726818

SOBRE O AUTOR

Camilo Castelo Branco

Nasceu em 1825, em Lisboa, e faleceu em 1890, em S. Miguel de Seide (Famalicão). Com uma breve passagem pelo curso de Medicina, estreia-se nas letras em 1845 e em 1851 publica o seu primeiro romance, Anátema. Em 1860, na sequência de um processo de adultério desencadeado pelo marido de Ana Plácido, com quem mantinha um relacionamento amoroso desde 1856, Camilo e Ana Plácido são presos, acabando absolvidos no ano seguinte por D. Pedro V. Entre 1862 e 1863, Camilo publica onze novelas e romances, atingindo uma notoriedade dificilmente igualável. Tornou-se o primeiro escritor profissional em Portugal, dotado de uma capacidade prodigiosa para efabular a partir da observação da sociedade, com inclinação para a intriga e análise passionais. Considerado o expoente do romantismo em Portugal, autor de obras centrais na história da literatura nacional, como Amor de Perdição, A Queda dum Anjo e Eusébio Macário, Camilo Castelo Branco, cego e impossibilitado de escrever, suicidou-se com um tiro de revólver a 1 de Junho de 1890.

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