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O Mandarim

de Eça de Queiroz
Livro eBook
Editor: Manuscrito Editora, julho de 2026 ‧
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Teodoro leva uma vida modesta e sem ambições, até ao dia em que é confrontado com uma proposta insólita: tocar a uma campainha para matar um rico mandarim. Se o fizer, herda toda a sua fortuna.

Tentado pelo Diabo, o amanuense cede à ganância. No entanto, a consciência não se cala perante o ato: com o tempo, instala-se e torna-se impossível de ignorar. Movido pela angústia, Teodoro decide ir para o Oriente distribuir a sua riqueza, numa tentativa de redenção.

Publicado pela primeira vez em folhetim, em 1880, O Mandarim é um dos textos mais singulares e perturbadores de Eça de Queirós. Fábula moral mordaz sobre a tentação e a consciência humana, inaugura a coleção Clássicos para Ler Numa Noite, uma seleção de obras breves fundamentais da literatura portuguesa, pensadas para serem lidas numa noite e permanecerem muito além dela.

O Mandarim

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899352018
Editor: Manuscrito Editora
Data de Lançamento: julho de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 233 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 104
Tipo de produto: Livro
Coleção: Clássicos para Ler Numa Noite
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899352018

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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