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O Mandarim

de Eça de Queiroz
Editor: Book Cover Editora, fevereiro de 2026 ‧
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Teodoro, bacharel e amanuense do Ministério do Reino, leva uma vida monótona e modesta na pensão de D. Augusta em Lisboa. Uma noite, sozinho no seu quarto, conhece a lenda do Mandarim através de um velho livro, segundo o qual um simples toque de campainha mataria o Mandarim e faria dele herdeiro de toda a sua fortuna.

Teodoro recebe então uma visita do Diabo, que o aconselha a tocar a campainha. Passado um mês, Teodoro recordava já o episódio como se tudo não tivesse passado de um sonho, até que, numa determinada manhã, recebe a notícia de que herdara os milhões do Mandarim Ti-Chin-Fú.

O Mandarim

de Eça de Queiroz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899267275
Editor: Book Cover Editora
Data de Lançamento: fevereiro de 2026
Idioma: Português
Dimensões: 142 x 209 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 72
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789899267275

SOBRE O AUTOR

Eça de Queiroz

Eça de Queiroz nasceu a 25 de novembro de 1845 na Póvoa de Varzim e é considerado um dos maiores romancistas de toda a literatura portuguesa, o primeiro e principal escritor realista português, renovador profundo e perspicaz da nossa prosa literária.
Entrou para o Curso de Direito em 1861, em Coimbra, onde conviveu com muitos dos futuros representantes da Geração de 70. Terminado o curso, fundou o jornal , em 1866, órgão no qual iniciou a sua experiência jornalística. Em 1871, proferiu a conferência «O Realismo como nova expressão da Arte», integrada nas Conferências do Casino Lisbonense e produto da evolução estética que o encaminha no sentido do Realismo-Naturalismo de Flaubert e Zola. No mesmo ano iniciou, com Ramalho Ortigão, a publicação de As Farpas, crónicas satíricas de inquérito à vida portuguesa.
Em 1872 iniciou a sua carreira diplomática, ao longo da qual ocupou o cargo de cônsul em Havana, Newcastle, Bristol e Paris. Foi, pois, com o distanciamento crítico que a experiência de vida no estrangeiro lhe permitiu que concebeu a maior parte da sua obra romanesca, consagrada à crítica da vida social portuguesa e de onde se destacam O Primo Bazilio, O Crime do Padre Amaro, A Relíquia e Os Maias, este último considerado a sua obra-prima. Morreu a 16 de agosto de 1900, em Paris.

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