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O Macaco Bêbedo Foi à Ópera

Da embriaguez à civilização

de Afonso Cruz
Editor: Fundação Francisco Manuel dos Santos, maio de 2019 ‧
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No início... houve um macaco espertalhão que desceu da árvore para comer frutos caídos no chão, mais maduros, logo, mais doces, logo, mais fermentados, isto é, com um leve cheirinho a álcool. Outros macacos se lhe seguiram e, com o aumento das calorias consumidas, foi um passo até que lhes crescesse o cérebro, a coluna se endireitasse e as mãos se libertassem. Mais um passo... e estávamos a ir à ópera.
A teoria que coloca o álcool na origem da evolução humana justifica a nossa insaciabilidade milenar. É dela que parte o escritor Afonso Cruz para este retrato inusitado da civilização acumuladora, gananciosa e um tanto louca na qual desembocámos. Do macaco original à criação da cerveja, que impulsionou a sedentarização e cativou Jesus Cristo, assistimos ao desenrolar das consequências do consumo de álcool. Da embriaguez à civilização, a nossa história nunca foi contada assim.

O Macaco Bêbedo Foi à Ópera

Da embriaguez à civilização

de Afonso Cruz

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898943583
Editor: Fundação Francisco Manuel dos Santos
Data de Lançamento: maio de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 202 x 4 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 85
Tipo de produto: Livro
Coleção: Retratos da Fundação
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Antropologia
Livros em Português > História > História em Geral
EAN: 9789898943583

bom

ab

um ensaio carregado de humor. Para apreciadores de álcool ou não. recomendo.

Interessante

Andreia M

Ao ver o preço deste livro não resisti a comprá-lo, é realmente uma bagatela e sendo do Afonso Cruz sem dúvida que valeria bem cada cêntimo. O livro é sobre a teoria do macaco bêbado (para mais explicações leiam o livro) e mais particularmente depois também sobre a cerveja. Eu não gosto de cerveja... mas a verdade é que só provei das duas principais marcas industriais nacionais e pelo que percebi realmente não posso afirmar que não gosto de cerveja com tão parca experiência no vasto mundo que é o da cervejaria. Fiquei com curiosidade em experimentar uma cerveja "a sério" embora continue sem fazer ideia qual. A sensação que tenho depois de ler Afonso Cruz é de que me tornei uma pessoa mais rica (em conhecimento) já que dos seus livros retiro sempre alguma aprendizagem ou, mais que não seja pequenas pérolas e curiosidades.

A cerveja como motor da evolução da civilização

Rita Carvalho Pereira

Uma reflexão sobre o álcool, mais concretamente a cerveja, como a alavanca para a evolução da civilização. Com a mestria da escrita de Afonso Cruz, só poderia recomendar a leitura.

Estava à espera de uma coisa bem diferente

Anabela Melo

Apesar de ter ideias interssantes não consegui identificar a peculiar escrita de Afonso Cruz. Não recomendo este livro para quem iniciar o conhecimento deste autor

Breve e delicioso ensaio

Miguel

'O macaco bêbedo que foi à obra' é um pequeno ensaio com a escrita que Afonso Cruz já nos habituou: com uma dose equilibrada de humor, com referências a grandes pensadores e com um eco das outras histórias da sua autoria que nunca parecem contar com um ponto final. Um pequeno livro que propõe vários tópicos reflexivos sobre a evolução da civilização a partir de um ponto de vista único do autor.

Mais uma excelente obra de Afonso Cruz

Filipa G

Afonso Cruz volta a brindar-nos com mais uma obra brilhante. Através de uma teoria, consegue fazer uma análise leve sobre a evolução da civilização. Extraordinário!

Muito bom!

A. V.

Ler Afonso Cruz é sempre mágico! O meu autor favorito, com uma capacidade enorme de criar histórias incríveis, uma escrita irrepreensível, apaixonada e apaixonante! Nunca desilude, recomendo mais um livrinho que se lê num ápice e que nos maravilha!

Excecional!

Rita Lima

Afonso Cruz tem uma maneira particular de ver a sociedade e um dom para transpor a sua visão em palavras. Como é que os humanos nasceram de um macaco bêbedo é a pergunta que o autor responde neste livro com muito sentido de humor e sempre com um nível de escrita sublime.

Espetacular

Teresa Fonseca

Nesta pequena obra, Afonso Cruz, faz uma reflexão profunda sobre o ser humano, reflexão essa que é preciso estar alerta para a descobrir. Aqui, perpassa um humor acutilante, muito bom!

Recomendo

Patrícia

Nunca mais vou ver a cerveja da mesma forma. Difícil de pousar, interessante e divertido.

Vai um cervejinha?

Manuel Alabaça

Que belo pequeno livro. Aqui se discorre sobre histórias da cerveja e de como o consumo de álcool ajudou na evolução do homem. Um portento de diversão, consciência e boa escrita. Compre e acompanhe com uma boa cerveja artesanal.

SOBRE O AUTOR

Afonso Cruz

Afonso Cruz é escritor e artista multidisciplinar (ilustração, fotografia e música), e, nos tempos livres, ainda faz cerveja. Trabalhou como cineasta durante mais de uma década.
Tem publicados mais de 40 livros, traduzidos em mais de 20 línguas e nos mais variados géneros literários, desde conto, romance, poesia, ensaio, teatro, foto-texto, literatura de viagens e literatura para a infância. Em menos de 20 anos de carreira literária, já foi distinguido com importantes prémios nacionais e internacionais, entre os quais se destacam: o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, o Prémio Fernando Namora, o Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga, o Prémio SPA para Melhor Livro Infantil (2011) e o Prémio SPA para Melhor Livro de Ficção Narrativa (2019), o Prémio Literário Maria Rosa Colaço, o Prémio da União Europeia para a Literatura, o Prémio da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil do Brasil e o Prémio Ibérico Álvaro Magalhães.
Assina, desde 2013, uma crónica mensal no Jornal de Letras, Artes e Ideias, sob o título «Paralaxe», e tem uma coluna de opinião no Sapo.

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