SINOPSE
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722523998 |
| Editor: | Bertrand Editora |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2012 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 148 x 233 x 17 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 224 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Memórias e Testemunhos
|
| EAN: | 9789722523998 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Inspirador
AE
Um livro que nos ensina o verdadeiro valor das coisas e nos afasta do consumismo do dia-a-dia, faz-nos refletir sobre a capacidade de adaptação, no entanto não deixa de ser desafiador e intrigante.
Opinião do livro
Ana Paiva
Gostei muito...o livro tornou-se muito interessante e fácil de ler.
Uma forma de viver moderna
Francisco Morgado
O autor do livro e o experimentado nesta jornada dá-nos conta de uma experiência ou forma de viver um tanto ou quanto drástica para uns mas para outros algo que pode possível, afinal o próprio dá-nos conta que não é o único a viver desta forma. Independentemente de tudo é um livro obrigatório de ler para nos dar uma visão sobre o real valor de cada "materialismo" que adquirimos, se realmente faz falta ou se podemos abdicar dele. É uma forma, uma visão de mudarmos alguns aspectos da forma como vivemos e damos valor ao que temos.
Contra o mundo moderno
Flávio Gonçalves
Publicado originalmente em 2010, chega-nos agora a edição portuguesa de “O Homem Sem Dinheiro” (15,50€, 224 páginas, Bertrand Editora, 2012), da autoria de Mark Boyle, fundador da Freeconomy Community. A obra relata a experiência de um ano de vida sem dinheiro, numa rara incursão ecológica muito para além da mera teoria. Estando familiarizado com as obras dos vários filósofos ecologistas, sejam actuais (John Zerzan, Kirkpatrick Sale, Derrick Jensen, etc.) ou nem tanto (Henry David Thoreau, cuja “simplicidade voluntária” está na raiz da corrente conhecida agora como “decrescimento”, defendida, entre outros, por Serge Latouche e Alain de Benoist), Mark Boyle despertou-nos a atenção graças a dois pormenores: primeiro, embora licenciado não prosseguiu qualquer carreira académica, em contraste com todos os intelectuais acima mencionados; segundo, até ver foi o único ecologista profundo a abandonar o campo da teoria e a exercer na prática o que defende, e só depois publicar uma obra explicando aos leigos como sentiu essa transição e como tal foi possível. Tal como milhentos ecologistas que andam por aí (e Portugal não é excepção, só partidos ecologistas existem pelo menos três cá no burgo, aos quais se adiciona umas dezenas de associações) Mark Boyle dedicou parte da vida a tentar mudar o mundo, alertar os cidadãos para o modo alienante e destrutivo a que nos habituámos… acabando por ir mais longe e dar ele o exemplo, afasta-se voluntariamente da sociedade que tanto denunciou, vende a casa, investe esse dinheiro nos preparativos para uma vida sem dinheiro: painéis solares para obter electricidade, forno a lenha, casa de banho de compostagem, uma bicicleta para se mover e outros utensílios que lhe permitam uma absoluta autonomia. Ao longo do seu livro recorda que a humanidade viveu anos sem fim sem dinheiro e que não é algo assim tão anormal, já foi a norma. O ideal de comunidade retratado na sua obra vai ao encontro de duas ideologias apuradas no final dos anos 90: o eco-anarquismo (Richard Hunt, Zerzan, Jensen) e o nacional-anarquismo (Hans Cany, Peter Töpfer, Troy Southgate). Um livro essencial para o início do nosso século, e pelo andar da carruagem, o mais provável é que a maior parte das pessoas se vejam mais forçadas que inspiradas a adoptar o estilo de vida proposto por Mark Boyle. Um livro essencial na biblioteca de qualquer inconformista.
um livro que nos faz querer "largar" muita coisa
Rafael Fernandes| 26-12-2014
Recomendo vivamente. Faz-nos repensar muita coisa nos nossos hábitos do dia a dia e como de uma forma respeitosa podemos tirar melhor partido da Natureza.
um livro inspirador
Ana Sofia
Mark Boyle mostra-nos neste livro uma inspiradora experiência de vida. Confesso que não conseguiria viver sem dinheiro, contudo levou-me a querer mudar alguns hábitos e a pensar mais ecologicamente. Recomendo a leitura.
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