O Homem que Plantava Árvores

Edição especial

de Jean Giono
Editor: Cultura Editora, setembro de 2019 ‧
Com milhões de exemplares vendidos, este livro emocionou e inspirou várias gerações ao longo de décadas, em todo o mundo, e serve de parábola para os tempos modernos.
O homem que plantava árvores conta a história de um jovem que, em 1913, sozinho, atravessa os Alpes franceses em busca da natureza e da paz, longe das grandes cidades, acabando por encontrar o abandono humano e a desertificação de uma paisagem desoladora.

Há dias sem água, cruza-se com um velho pastor e as suas ovelhas. O pastor dá-lhe água, comida e abrigo, e revela-lhe a sua missão de vida: plantar centenas de árvores por dia a fim de recuperar a floresta.

«Um dos maiores escritores da nossa geração.»
André Malraux

O Homem que Plantava Árvores

Edição especial

de Jean Giono

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898979261
Editor: Cultura Editora
Data de Lançamento: setembro de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 217 x 12 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 106
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789898979261

Tocante

Ana

Um livro que deve ser lido por todos. A história tocou-me mesmo. Um livro a que voltarei muitas vezes. E que será também excelente para oferecer a miúdos e graúdos.

Muito bonito

Tânia Martins

Uma história intemporal num livro lindamente ilustrado - livros ilustrados não são só para crianças! Fiquei mesmo satisfeita por optar por esta edição especial.

A simplicidade das coisas

Sílvia

Um conto alegórico muito simples e de rápida leitura que merece ser lido pois traz uma mensagem bonita e uma reflexão importante para os nossos dias

SOBRE O AUTOR

Jean Giono

Jean Giono (1895-1970), filho de um sapateiro e de uma lavadeira, era bancário e leitor compulsivo. Sem terminar o liceu, veio a ser um dos grandes escritores franceses da sua geração. Obrigado a combater na Primeira Guerra Mundial, a experiência devastadora do conflito marcou-o profundamente, e Giono tornou-se um dos mais destacados representantes do Mouvement du Contadour, um grupo pacifista que condenava a natureza bélica da civilização moderna. A causa do pacifismo levou-o à cadeia, quando, no início da Segunda Guerra Mundial, se recusou a combater.
A condição humana, a moral, a responsabilidade do Homem pelo lugar e tempo em que vive são algumas das preocupações que expressa nos seus livros. O Homem Que Plantava Árvores é a sua obra mais traduzida e foi um fenómeno global, tendo recebido o Prémio Brentano, o Prémio Mónaco e a Legião de Honra.

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