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O Homem Que Era Quinta Feira

de G.K. Chesterton
Editor: Publicações Europa-América, junho de 2007 ‧
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Esta extravagância hilariante presume a existência de uma sociedade secreta de revolucionários que juraram destruir o mundo.

Existem sete membros do Concelho Central Anárquico que, por razões de segurança, se auto-intitulam com os nomes dos dias da semana. Mas o desenrolar dos acontecimentos lança a dúvida sobre a sua verdadeira identidade, pois Quinta-Feira não é o apaixonado poeta que dizia ser mas sim um detective da Scotland Yard.

Chesterton faz a acção avançar bem à sua maneira inventiva e exuberante e depois usa este pesadelo de paradoxo e surpresa para sondar os mistérios do comportamento e das crenças humanas.

O Homem Que Era Quinta Feira

de G.K. Chesterton

Propriedade Descrição
ISBN: 9789721058132
Editor: Publicações Europa-América
Data de Lançamento: junho de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 118 x 176 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Coleção: Livros de Bolso / Série Grandes Obras
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Policial e Thriller
EAN: 5601072556690

Humor Inglês

Pedro Coelho

Uma história repleta de pérolas do intemporal sentodo de humor inglês.

Bom

Filipa

Cómico este livro, no minímo. O que me fez esboçar alguns sorrisos. Parece escrito por loucos, para loucos e recorrendo a personagens ainda mais loucas. Versa o pessimismo, as dúvidas, crenças e, por fim, a esperança. Porém, uma obra com algum pendor político, o que não me agradou. O sentimento foi por isso ambíguo. Daí a avaliação mediana.

SOBRE O AUTOR

G.K. Chesterton

Gilbert Keith Chesterton (1874–1936) nasceu em Londres e frequentou a escola de arte do University College London. Em 1900 foi convidado a contribuir com artigos de crítica de arte, e a partir daí tornou-se um dos escritores mais prolíficos de todos os tempos. Escreveu cerca de uma centena de livros, centenas de poemas, cinco peças de teatro, cinco romances e cerca de 200 contos, muitos dos quais incluem o popular padre detetive, Padre Brown. Ainda assim, considerava-se, antes de mais, jornalista: escreveu mais de 4000 ensaios para jornais e também editou o seu próprio jornal, G.K.’s Weekly. Escrevia com à-vontade nas áreas de crítica literária e social, história, política, economia, filosofia e teologia. É frequentemente chamado de «príncipe do paradoxo».

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