O Homem Lento
SINOPSE
Como todas as grandes obras literárias, O Homem Lento levanta questões mas raramente oferece respostas. Em consequência de um acidente, Paul Rayment altera a perspectiva que tem da vida e começa a dedicar-se ao género de preocupações universais que nos definem a todos: O que significa fazer o bem? O que é que nas nossas vidas é, em última análise, significativo? É mais importante que alguém nos ame ou que alguém se interesse por nós? Como definimos o local a que chamamos «casa»?
Na sua voz lúcida e firme, Coetzee debate-se com estas problemáticas.
O resultado é uma história profundamente comovedora, sobre o amor e a mortalidade, que deslumbra o leitor em cada página.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Ao longo do livro, há envios ao Ulisses de Joyce e a certos personagens de banda desenhada, bem como referências de outro tipo, mas tudo isso flui com extrema naturalidade na prosa dúctil de Coetzee. [...]O Homem Lento evidencia a excepcional capacidade narrativa do autor.»
Eduardo Pitta, Público
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722031851 |
| Editor: | Dom Quixote |
| Data de Lançamento: | junho de 2008 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 153 x 234 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 296 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Ficção Universal |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722031851 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Reaprender a viver
Célia Cristina Mariz Pedras Simões Correia
Numa sociedade onde tudo se toma por "adquirido", um homem vê-se, de repente, sozinho e dependente. Não que ele não cultivasse a solidão antes do acidente, e, com prazer: mas as regras eram ditadas por ele! Outro tipo de solidão, vem com a dependência... a de se saber que nos ajudam, por obrigação, por que esse é o o nosso trabalho! Daí a dicotomia, para mim, cerne do livro, entre o "CARE", gostar verdadeiramente de alguém e, o "CARE", cuidar de alguém como trabalho ou devoção. Da fragilidade nasce também uma espécie de força, uma força que leva o nosso personagem a questionar tudo e todos e, muitas vezes, com uma certa acutilância! Elizabeth funciona, no fundo, como um alter ego dele próprio pois, só ela diz as verdades que, ele não vê ou opta por não ver.
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