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O Gigante Egoísta

Seguido de O Príncipe Feliz (6ª Edição)

de Oscar Wilde; Ilustração: Fátima Afonso
Editor: Nova Vega, junho de 2017 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Nesta obra, magnificamente ilustrada por Fátima Afonso, encontramos dois dos mais belos contos escritos para a infância: O Gigante Egoísta e O Príncipe Feliz. Neles Oscar Wilde lembra-nos que só através do Amor e da Partilha podemos alcançar a felicidade e fazermos com que a Primavera chegue a todos os corações, criando o Paraíso na Terra.

O Gigante Egoísta

Seguido de O Príncipe Feliz (6ª Edição)

de Oscar Wilde; Ilustração: Fátima Afonso

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726997948
Editor: Nova Vega
Data de Lançamento: junho de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 219 x 281 x 7 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 40
Tipo de produto: Livro
Coleção: Lendas e Contos
Classificação Temática: Livros em Português > Infantis e Juvenis > Contos Fábulas e Narrativas
Livros em Português > Infantis e Juvenis > Livros Infantis de Ficção
Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil
EAN: 9789726997948

Recomendo!

Manuela Arede

O filhote amou o livro!

Excelente

Marina

Excelente livro de leitura para o 4º ano. Aconselho!

otimo

FT

Gostei muito, fácil de ler e uma historia cativante

Um classico

Nuno Santos

Leitura de miudos e graudos! Bom para ler em fámilia.

Fantástico

Isabel Silva

Todas as crianças (e adultos) deveriam ler este livro sobre a bondade e a partilha, entre outros sentimentos que enaltecem a alma humana.

muito interessante

Maria Isabel Costa Dias Martins

o livro é muito iteressante, com uma história hipnotizante. prende-nos do princípio ao fim

Um clássico

Carla

Um livro de leitura obrigatória para as crianças e pais. O amor, a partilha e a alegria são valores abordados nestas 2 fantásticas historias.

SOBRE O AUTOR

Oscar Wilde

Oscar Wilde nasceu a 10 de outubro de 1854. Foi o segundo filho de um casal irlandês residente em Dublin.
Em 1871 recebeu uma bolsa para frequentar o Trinity College de Dublin, onde começou a construir a sua persona, com o culto dos pré-rafaelitas, as roupas de dandy e o desafio às convenções.
É neste período que Wilde conhece as obras de Keats, Flaubert e Pater, embora, como disse mais tarde, já houvesse percorrido mais de metade do caminho quando os encontrou. Três anos depois está a frequentar Estudos Clássicos em Oxford.
É influenciado por dois professores de Belas-Artes, John Ruskin e Walter Pater.
Em 1879 já está a residir em Londres, onde se tornará conhecido pelo brilho das conversas e a frequência dos teatros. Escreve Vera ou os Niilistas, que não chega a ser representada, e em 1881 publica Poems.
Em 1884, casa com Constance Lloyd, uma herdeira inteligente e culta, interessada em literatura infantil e de quem teve dois filhos. A partir de 1886, Wilde assume abertamente a sua homossexualidade.
Colabora com a Pall Mall Gazette, publica O Retrato do Sr. W. H., contos como O Príncipe Feliz, e ataca o realismo no ensaio O Declínio da Mentira.
Em 1891 surge O Retrato de Dorian Gray. O romance celebra o esteticismo, critica os seus riscos e aborda pela primeira vez a homossexualidade na literatura inglesa. No mesmo ano publica A Alma do Homem e o Socialismo.
Em 1892, edita O Leque de Lady Windermere, o seu primeiro êxito teatral. Regressa a Paris, onde conhece Mallarmé, Schwob, e tem longas conversas com André Gide.
Mas Uma Mulher sem Importância faz que até alguns dos mais renitentes lhe reconheçam o talento. E é então, no auge da sua glória, que conhece Lord Alfred Douglas, Bosie para os íntimos, vinte anos mais novo do que ele, de gostos vulgares, caprichoso e manipulador. Em apenas dois anos, Wilde é levado à falência com presentes caros, jantares requintados e viagens.
É o começo do fim. Embora escreva ainda Um Marido Ideal, Uma Tragédia Florentina e A Importância de Ser Earnest, a vida criativa de Wilde começa a estiolar-se.
O autor de O Declínio da Mentira vai deixar-se instrumentalizar pelo seu amante no conflito que o opõe ao pai, John Sholto Douglas, marquês de Queensberry.
Em 1895, por instigação de Alfred, Wilde toma a iniciativa de um processo judicial contra Sholto. Ganha o primeiro processo, de que sai, no entanto, relacionado com «atos de grave indecência». O desfecho de um terceiro julgamento é a sua condenação a dois anos de trabalhos forçados.
É na prisão que escreve De Profundis.
Libertado, abandona imediatamente Inglaterra, adota o nome de Sebastian Melmoth e instala-se num modesto hotel de Paris.
Wilde morreu em novembro de 1900, após dois meses de doença. Diz-se que, tal como Tchékhov, de quem quase tudo o separava, pediu champanhe pouco antes de expirar, comentando: «Estou a morrer acima das minhas possibilidades.»

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