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O Capitão Saiu para Almoçar e os Marinheiros Tomaram o Navio

de Charles Bukowski

editor: Alfaguara Portugal, junho de 2016
Nesta fascinante compilação de textos diarísticos - recolhida dos seus cadernos e publicada postumamente - Bukowski descreve-nos com profunda candura e sentido de humor os acontecimentos e reflexões que vão pontuando aqueles que serão os seus três últimos anos de vida. Tudo isto com o inconfundível estilo de Bukowski - o artista maior do que a própria Humanidade que retrata.

O Capitão Saiu para Almoçar e os Marinheiros Tomaram o Navio

de Charles Bukowski

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896650940
Editor: Alfaguara Portugal
Data de Lançamento: junho de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 235 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789896650940
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Roubou-me umas quantas gargalhadas

Catarina

Já tinha tentado ler Bukowski, mas nunca adorei o autor e nunca consegui continuar as leituras. Este livro, por outro lado, prendeu-me do início ao fim. Mostra-nos tanto situações quotidianas como memórias dispersas de um homem que já viveu muito e que tem uma maneira muito própria de pensar. Sempre com humor e sarcasmo, mas também alguma amargura, mais transparente que isto era difícil.

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Interessante

Ana

Mais uma excelente obra ao mesmo nível de tantas outras do mesmo escritor. Apesar de ter poucas páginas, tem bastante qualidade. Os relatos são soltos mas apresentam coesão. Conseguimos ler o livro numa tarde, o que a torna bem passada e em boa companhia.

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Excelente!

DP

Um livro obrigatório para os fãs de Charles Bukowski! Com textos autobiográficos, na forma de um diário, Bukowski fala, de uma forma magistral, do medo que tem pela morte, sobre a sua relação com os poetas, o computador, as corridas de cavalos, entre outros...

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Pequenas histórias

António Rodrigues

Mais uma compilação de pequenos textos, narrados daquela forma que apenas Bukowski sabe fazer. Através de Chinovski, ele leva-nos a visitar os seus vícios onde amiúde encontramos mulheres, álcool e o jogo de apostas.

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Registo nu e frontal dos dias do autor

Ana

Num estilo prático e directo já conhecido por quem leu outras obras de Bukowski, surge um quase diário (sob outro nome) cheio de aventuras e que nos leva próximos dos últimos tempos de escrita do autor.

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Hank é mais moderado que Chinaski

Pedro Rebelo

Neste livro, Bukowski apresenta-nos uma obra e personagens completamente diferentes. O livro está estruturado como se fosse um diário. Hank (personagem principal) escritor e apostador regular de corridas de cavalos, fala-nos, ao longo dos vários dias e durante dois anos, do seu dia-a-dia, como apostador, como escritor, da sua transição para a era dos computadores (com a escrita das suas obras a computador) e de Linda (em menor número). Hank acaba por ser uma das personificações de Bukowski. Ao contrário de Chinaski, é mais focado, e traça com clareza os objectivos que quer alcançar e onde quer ir e questionando o porque das coisas (gostei desta personagem, por este aspecto particular). Para ele, o que quer faz por tornar certo e que não quer, faz por não querer saber. Como o próprio escritor indica: "Recebo muitas cartas de pessoas que me dizem que a minha escrita lhes salvou a vida, Mas nunca escrevi para isso, escrevi para me salvar a mim próprio" Para ele escrita é a vida, é o seu néctar é o que o mantém vivo por fora e por dentro. Ele não pretende propriamente a fama, pretende que conheçam o que escreve, que conheçam as suas obras. Escreve por gosto, não necessariamente por dinheiro e muito menos pela fama. "(...) Capaz de escrever. É um medo que tenho. E não tem nada a ver com a fama. Nem com o dinheiro. Tem a ver comigo. Estou muito mal habituado. Preciso de escape, da diversão, da libertação da escrita. Da segurança da escrita. Do trabalho que dá. O passado não significa nada. A reputação não significa nada. A única coisa que importa é a frase seguinte. E, se a frase seguinte não surge, estou morto, mesmo que, tecnicamente, esteja vivo". Para ele os leitores são aqueles que o vão acompanhado através a compra dos seus livros, do contributo para o seu conhecimento e do próprio leitor. Hank não é o típico escritor que gosto de se incomodado é inclusive uma personagem reservada , mas observadora e analista. Não gosta de confusões e sempre que as há, distancia-se. " Um dia dirão "O Bukowski morreu" e, nessa altura, serei verdadeiramente descoberto e posto debaixo dos holofotes. E depois? A imortalidade é uma intervenção estúpida dos vivos" "Um escritor não deve nada a ninguém, só a sua escrita. Não deve mais nada ao leitor senão a disponibilização da página impressa" Interroga-se pela vida, pela sociedade que apenas procura a normalidade pela não procura pelo diferente, pela inovação, nele ou na sociedade ou nos dois: "Acho que multidão, aquela multidão, a Humanidade, que sempre e foi difícil , essa multidão, está sempre a vencer-me. Penso que o grande problema, é que, para eles, é tudo uma questão de repetição. Não há qualquer espécie de novidade" Embora seja a primeira obra escrita que leio , no papel de Hank, gostei da loucura que a personagem emana, gostei da ousadia, das suas inquisições perante a vida e perante o que o rodeia. No entanto, achei que a obra ficou um pouco aquém daquilo que estava à espera e habituado, com Chinaski. Talvez por ser um livro mais pequeno, mas senti a obra flácida, com pouco conteúdo e desenvolvimento. Confesso que não fiquei fá desta escrita em modo de diário. Senti que perdeu aquele fervor que o autor nos habitua com as constantes gargalhadas que nos presencia em outras obras, também graças à personagem principal em si. No geral, achei uma leitura normal, que se lê rápido embora não tão desenvolvida como mulheres ou factotum. Em resumo: Hank, O escritor de questões Hank e Linda unidos pelo amor Amor da sua escrita, a inquisição de questionador De todas as obras que glorificam a sua escrita Não procura de todo fama, nem apenas a respectiva guita. A tranquilidade inicia-se quando começa a escrever Pois para ele é sinónimo de vivo, que não está a morrer Calma e tranquilidade emanam-se com esta inspiração Luzes, câmara sai nova obra de ficção Alguém grite acção, que dispare quando o leitor ler a sua obra Se virar filme ou não, cá não estarei para presenciar essa manobra

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Profundo

Alexandra Bastos

Provavelmente o meu favorito, dos que já li até agora de Bukowski. Sempre muito sincero e direto. Retrata o mundo da maneira mais crua e realista possível.

Charles Bukowski

Charles Bukowski nasceu na Alemanha, em 1920, mas cresceu em Los Angeles, onde viveu durante cinquenta anos. Publicou o seu primeiro conto em 1944, quando tinha vinte e quatro anos, e começou a escrever poesia com trinta e cinco anos. Morreu em 1994, aos setenta e três anos, pouco tempo depois de completar o seu último romance, Pulp. Viu publicados mais de quarenta e cinco livros de prosa e poesia, incluindo os romances Post Office (1971), Factotum (1975), Women (1978), Ham on Rye (1982), Hollywood (1989) e Pulp (1994). É um dos autores americanos contemporâneos mais conhecidos a nível mundial e, possivelmente, o poeta americano mais influente e imitado de sempre.

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