O Caminho Fica Longe

de Vergílio Ferreira

editor: Quetzal Editores
«O Caminho Fica Longe foi o primeiro romance de Vergílio Ferreira, escrito em 1939 e publicado em 1943. Juntamente com Onde Tudo Foi Morrendo e Vagão J, integra a trilogia neorrealista que inaugura a obra romanesca de Vergílio Ferreira. Esta edição, que aqui se publica, inclui as alterações que Vergílio Ferreira introduziu sobre a primeira edição, de resto apreendida pela censura.» Da Apresentação de Helder Godinho

O Caminho Fica Longe

de Vergílio Ferreira

ISBN: 9789897222627
Editor: Quetzal Editores
Idioma: Português
Dimensões: 148 x 229 x 24 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 368
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789897222627
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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O grande romancista português

Jorge Vilares

Obra extraordinária em que se revela já o enorme escritor que veio a ser apesar de imensamente esquecido. Um génio literário a recuperar do esquecimento .

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O tempo pouco muda

Luis Vasco

Ler histórias de uma Coimbra só de estudantes em conflito com o mundo é poder pensar que essa Coimbra já não é assim. Mas que foi assim para o bem e para o mal. O mundo também já não é assim ... Mas talvez a vida dos estudantes com todas essas alterações, convulsões e até revoluções que entretanto se sucederam tenham mantido toda a actualidade humanidade e vida que Vergilio nos deixa de há tantos anos. Ser-se estudante em todos os sexos, as angústias de um futuro, a passagem definitiva ao estado adulto e independente. A perda definitiva desse estado de "miséria estudantil"... e da vida gratuita e despreocupada. E finalmente se ser único, com os outros. Ainda actual com a natural distancia temporal inevitável.

Vergílio Ferreira

Romancista e ensaísta português, natural de Melo (Gouveia), nasceu em 1916 e morreu em 1996. Estudou no Seminário do Fundão, licenciou-se em Filologia Clássica na Universidade de Coimbra e exerceu funções docentes no Ensino Secundário. Notabilizou-se no domínio da prosa ficcional, sendo um dos maiores romancistas portugueses deste século.
Literariamente, começou por ser neo-realista (anos 40), com "Vagão Jota" (1946), "Mudança" (1949), etc. Mas, a partir da publicação de "Manhã Submersa" (1954) e, sobretudo, de "Aparição" (1959), Vergílio Ferreira adere a preocupações de natureza metafísica e existencialista. A sua prosa, que entronca na tradição queirosiana, é uma das mais inovadoras dos ficcionistas deste século.
O ensaio é outra das grandes vertentes da sua obra que, aliás, acaba por influenciar a sua criação romanesca. Temas como a morte, o mistério, o amor, o sentido do universo, o vazio de valores, a arte, são recorrentes na sua produção literária. Além disto, Vergílio Ferreira deixou-nos vários volumes do diário intitulado "Conta-Corrente". Das suas últimas obras destacam-se: "Espaço do Invisível", "Do Mundo Original" (ensaios), "Para Sempre" (1983), "Até ao Fim" (1997) e "Na tua Face" (1993). Recebeu o Prémio Camões em 1992.

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