SINOPSE
Escrito em 1967 no campo de concentração do Tarrafal (crismado de "Campo de Trabalho de Chão Bom") em apenas uma semana — "de um só jacto", para usar as palavras do próprio autor —, Nós, os do Makulusu continua a ser a obra de José Luandino Vieira mais complexa no seu processo de construção de uma linguagem literária com base na linguagem popular de Luanda e das interferências entre as línguas portuguesa e quimbunda. A isso não será certamente alheio o facto de, a par do fluxo do passado — uma constante em todos os seus livros —, o futuro ser também chamado à narrativa, obviamente sob forma prospectiva. Uma narrativa cujo sujeito, interrogando-se até à última linha, é afinal o espelho de uma geração frente à necessidade histórica de uma guerra de libertação — individual e colectiva — e a que coube questionar o passado e partir à invenção do futuro. Terminando por uma interrogação face a esse futuro, o romance mantém-se, hoje, mais actual que no momento da escrita. A resposta à pergunta final continua em aberto.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789722116169 |
| Editor: | Editorial Caminho |
| Data de Lançamento: | abril de 2004 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 135 x 208 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 158 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Outras Margens |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789722116169 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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